Apresentação

 

As pesquisas e ações extensionistas do grupo MatematiQueer emergem da inquietação com os discursos hegemônicos que colocam as ciências ditas “exatas” num local de neutralidade, no qual as questões históricas, sociais, culturais e políticas não devem se fazer presentes. Tal concepção toma por base uma visão da matemática enquanto um conhecimento fechado em si mesmo e independente de quem o produz. Adiciona-se a isso o fato de que o saber matemático é, por vezes, tido como referência para delinear aquelus que são inteligentes e aquelus que não são. Práticas como essas geram exclusões, tal qual o mito de que meninas não são boas em matemática e, por consequência, não devem seguir carreiras envolvidas com ciências, tecnologias, engenharias e matemática.

Nesse sentido, é comum que marcadores sociais como gênero e sexualidade, quando abordados na escola, estejam restritos a disciplinas como filosofia, sociologia ou biologia, e limitados a uma perspectiva discursiva centrada nos corpos heterossexuais e cisgêneros.

Nosso objetivo é promover reflexões sobre por que discutir gêneros e sexualidades é importante para a área de educação matemática e como professories dessa disciplina podem contribuir com essas discussões sem se limitarem às visões hegemônicas.

É importante, ainda, afirmar que entendemos gênero como um conceito referente à construção sociocultural coletiva dos atributos de masculinidade e feminilidade e nos remetemos a gêneros, no plural, para romper com uma lógica binária que invisibiliza outras identidades e subjetividades. Já por sexualidades, entendemos uma descrição geral para uma série de crenças, comportamentos, relações e identidades socialmente construídas e historicamente modeladas. No que tange à educação, partimos do pressuposto que gêneros e sexualidades são temas transversais a todo o currículo e por isso nenhuma disciplina deve se furtar dessas discussões.

Além disso, cabe destacar que entendemos "queer" na perspectiva do "estranhamento", de modo que o MatematiQueer foca, mas não se limita, a estudos de gêneros e sexualidades, se interessando por quaisquer pesquisas que "estranhem" os campos da matemática e da educação matemática, questionando e rompendo com paradigmas impostos sobre quem pode produzir, ensinar e aprender matemática. 

O MatematiQueer conta, atualmente, com mais de 110 pessoas envolvidas diretamente na promoção de nossas ações extensionistas e de pesquisa. Além de licenciandes em matemática e mestrandes e doutorantes na área de educação em ciências e matemática, temos estudantes de estatística, ciências sociais e psicologia, assim como profissionais da pedagogia e professories de matemática da educação básica e superior. Temos colaboradories em redes públicas e privadas da Educação Básica e Superior nos seguintes estados: BA, CE, ES, MA, MG, MT, PR, RJ, RS, SC, SP.  Além disso, temos parcerias com pesquisadories das instituições: Colégio Pedro II, IFES, IFPR, IFRJ, IFSP, UFMA, UFRGS, UFSC, UNIRIO, USP.  

Nossos projetos de pesquisa e ações extensionistas são fomentados direta ou indiretamente pela CAPES, pelo CNPq, pela FAPERJ, pela UFRJ e pela Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM).

 

Conheça as ações e produções do MatematiQueer em https://linktr.ee/MatematiQueer

Nos acompanhe no YouTube: https://www.youtube.com/matematiqueer e no Instagram: https://www.instagram.com/matematiqueer/

 

O MatematiQueer é um Grupo de Pesquisa cadastrado no DGP/CNPq, e que atualmente conta com três linhas de pesquisa:

 

  • Educação Matemática Crítica, Direitos Humanos e Justiça Social
  • Relações de Gênero e Feminismos em Educação Matemática
  • Minorias Sexuais, Alteridade e Educação Matemática

 

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Pessoas e pesquisas

 

Pesquisador líder

Agnaldo da Conceição Esquincalha (UFRJ/PEMAT)

Pesquisadoras/ies/es associadas/es/os

Ana Paula Paula Ximenes Flores (IFSP)

Denner Dias Barros (UNIRIO/PEMAT)

Edmar Reis Thiengo (IFES)

Jónata Ferreira de Moura (UFMA) 

Luiza Gabriela Razêra de Souza (IFPR)

Maurício Rosa (UFRGS)

Renata Arruda Barros (IFRJ)

 

Pesquisas em andamento

Anna Lydia Azevedo Durval (Mestrado - Orientação: Agnaldo Esquincalha)

Tema: Maria vai com quais outras? A construção de subjetividades a partir da figura feminina nos livros didáticos de matemática

Bruna Dayana Lemos Pinto Ramos (Doutorado - Orientação: Jorge Sá e Adriana Ibaldo)

Tema: A construção de identidades e a permanência de mulheres na física

Erikah Pinto Souza (Doutorado - Orientação: Agnaldo Esquincalha)

Tema: Práticas insubordinadas nas aulas de matemática: a questão da transsexualidade e da travestilidade

Lidiane Camini (Mestrado PPGECT/UFSC- Orientação: Regina Grando/Agnaldo Esquincalha)

Tema: Gênero, sexualidade e educação matemática: uma revisão sistemática de publicações brasileiras

Hugo dos Reis Detoni (Doutorado - Orientação: Agnaldo Esquincalha)

Tema: Um estado da arte sobre sobre estudos de gênero e sexualidades no campo do ensino de física

Hygor Batista Guse (Doutorado - Orientação: Agnaldo Esquincalha)

Tema: Uma "neutralidade" que machuca: (R)existências de docentes dissidentes que ensinam matemática

Jéssica Maria Oliveira de Luna (Doutorado - Orientação: Agnaldo Esquincalha)

Tema: Dos apagamentos históricos aos feminismos plurais: narrativas de licenciandas em matemática sobre seu percurso formativo

 

Pesquisas concluídas

Anna Lydia Azevedo Durval (TCC de Graduação - Orientação: Agnaldo Esquincalha)

Tema: O que se ensina sobre o que é ser mulher e seu papel na sociedade em livros didáticos de matemática?

Débora Azevedo de Castro Borba (TCC de Graduação - Orientação: Agnaldo Esquincalha)

Tema: Meninas e Matemática: compreendendo a influência da disciplina na educação básica em crenças e escolhas pessoais

Hygor Batista Guse (Mestrado - Orientação: Agnaldo Esquincalha)

Título: Pesquisas com pessoas LGBT+ no campo da Educação Matemática: Indagando processos de (cis-hetero)normatização da área

Luísa Mendes Cardoso (Mestrado - Orientação: Agnaldo Esquincalha)

Título: A pesquisa em Educação Matemática alinhada com a justiça social: aproximações com a Educação em Direitos Humanos

Tadeu Silveira Waise (Mestrado - Orientação: Agnaldo Esquincalha)

Título: Cenários de reconhecimento em contextos de minorias sexuais e de gênero na aula e na formação inicial de docentes de matemática

Washington Santos dos Reis (Iniciação Científica - Orientação: Agnaldo Esquincalha)

Tema: Marcos legais para a educação em gêneros e sexualidades no Brasil: interpelando a Educação Matemática

 

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Projetos em andamento

 

Despertando o interesse de meninas e mulheres para as áreas STEM por meio de uma Educação Matemática Maker

O presente projeto tem algumas frentes de ação para fomentar o interesse de meninas e mulheres para as Ciências Exatas, em particular, Computação, Física e Matemática, por meio da oferta de um curso de "Iniciação ao Cálculo e suas aplicações" acessível para alunas dos últimos anos do Ensino Fundamental, assim como pela oferta de oficinas ao longo de onze meses envolvendo a linguagem de programação visual Scratch, em associação com kits Arduíno, para o trabalho com robótica educacional para a promoção do pensamento computacional sob uma perspectiva de Educação Maker. Para mobilizar essas ações a Matemática assumirá papel de protagonismo, de modo que a Educação Matemática Maker permeará, de alguma maneira, a maior parte das ações em escolas nos municípios fluminenses de Macaé, Niterói, Nova Friburgo, Piraí e Rio de Janeiro. Além disso, serão desenvolvidas palestras, exibição de filmes e rodas de conversa nas instituições de origem da equipe responsável pelo projeto, assim como nas cinco escolas em que está sendo implementado, a fim de promover encontros com mulheres importantes da História das Ciências e da Matemática, de tempos passados, por meio de resgates de suas histórias, e do tempo presente, servindo de inspiração para as meninas participantes das ações do projeto. Por fim, também pretende-se desenvolver ações para promover a reflexão sobre as desigualdades de gênero nos ambientes acadêmicos, assim como para desconstruí-las em prol da equidade e da valorização da mulher.

O projeto, financiado pela FAPERJ, está em desenvolvimento em parceria com as escolas: Escola Municipal de Lajes (Piraí, Sul Fluminense), Escola Municipal Elza Ibraim (Macaé, Norte Fluminense), Escola Municipal Benjamin Constant (Rio de Janeiro, Capital), Colégio Estadual Almirante Tamandaré (Niterói, Região Metropolitana) e Colégio Municipal Vevey de La Jolie (Nova Friburgo, Centro Fluminense). O projeto conta com cinco bolsas de Treinamento e Capacitação Técnica 40h para as professoras participantes do projeto nas escolas parceiras, com três bolsas de iniciação científica para alunas de graduação e com quinze bolsas de jovens talentos para alunas da Educação Básica.

 

MatematiQueer: Gêneros, Sexualidades e Educação Matemática

Projeto de extensão desenvolvido pelo MatematiQueer em parceria com organizações não governamentais, com os seguintes objetivos:

1) Compreender a importância dos Estudos de Gênero em Educação Matemática, sua constituição como campo científico e suas relações com os feminismos, com os estudos queer e com a discussão sobre interseccionalidade;
2) Fomentar práticas pedagógicas antimachistas, antissexistas e antilgbti+fóbicas nas aulas de matemática;
3) Oferecer reforço escolar na área de matemática para mulheres e pessoas LGBTI+ em situação de vulnerabilidade;
4) Realizar rodas de conversa com estudantes e docentes sobre situações de injustiça social e discriminação, focando na educação matemática para os direitos humanos;
5) Oferecer oficinas para docentes que ensinam matemática sobre a necessidade de pensar currículo, identidade e diferença no contexto de uma educação matemática para todas as pessoas, em particular, mulheres e LGBTI+;
6) Realizar minicursos de tópicos de matemática, demandados por participantes do projeto, úteis para leitura crítica de suas diferentes realidades;
7) Promover ações de intervenção social por meio da escrita do mundo com matemáticas;
8) Realizar divulgação científica, palestras e rodas de conversa por meio do Instagram e do canal no YouTube do Grupo de Pesquisa e Extensão MatematiQueer, sobre as temáticas relacionadas ao projeto;
9) Consolidar parceria já existente com a Organização Não-Governamental "Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT" e buscar outras parcerias com instituições envolvidas com as causas relacionadas a mulheres e pessoas LGBTI+.

Este projeto é desenvolvido com licenciandes em matemática da UFRJ e de outras instituições, assim como de professories de matemática voluntáries. O projeto recebe apoio da Pró-Reitoria de Extensão da UFRJ, contando com duas bolsas de extensão.

 

Curso de Extensão: Estudos de Gênero: o que matemática tem a ver com isso?

Trata-se de um Curso de Extensão, coordenado pelo Grupo de Pesquisa "MatematiQueer: Estudos de Gênero e Sexualidades em Educação Matemática", gratuito, com 60h, oferecido em parceria com as instituições IFES, IFRJ, IFSP, UFMA e UNIPAMPA, e fomentado e certificado pela Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM). Período: 07/03/22 - 30/04/22.

Ementa: Gêneros e Sexualidades na Escola. Os Estudos de Gênero e a Educação Matemática. Gênero, Sexualidade e outros marcadores de exclusão social nas aulas de matemática - a importância das interseccionalidades. Feminismos e Educação Matemática. A Travestilidade e a Transexualidade na Escola. Pedagogia Queer e Educação Matemática. Práticas Pedagógicas Antimachistas, Antissexistas e AntiLGBTI+fóbicas nas Aulas de Matemática.

 

Ciclo de Oficinas "Maria vai com quais outras? A construção de subjetividades a partir da figura feminina em livros didáticos de matemática

Parafraseamos a expressão popular "Maria vai com as outras" a fim de problematizar quem são essas "outras" que o livro de matemática apresenta às/aos/a les alunas/alunos/alunes. Mas não só. A proposta inclui um movimento de reflexão e criação de intervenções que rompam a hegemonia dessas representações. Este projeto tem apoio da CAPES e da FAPERJ, com bolsas de pós-graduação e graduação.

A partir da ementa:

· Estudos de Gêneros e Educação Matemática

· Discursos: a (re)produção de subjetividades

· A construção da figura feminina nos livros didáticos de matemática

· Representatividade e Mulheridades

· Insubordinação criativa e Produção de material didático

nos propomos a refletir sobre as seguintes questões:  Que representações femininas são permitidas nos livros didáticos de matemática? Como podemos nos insubordinar criativamente diante do que está posto? Como subverter o reforço dos estereótipos por meio de propostas que tensionem o que é apresentado em livros didáticos de matemática?

 

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Produção Científica

 

Veja a linha do tempo de nossas produções clicando AQUI.

GUSE, H. B. ; ESQUINCALHA, A. C. Por uma Educação Matemática Desviante das Cis-heteronormas: o que dizem as pesquisas envolvendo pessoas LGBTI+?. Boletim de Educação Matemática. BOLEMA, 2022. (Aceito para publicação)

WAISE, T. W.; ESQUINCALHA, A. C. As aulas de matemática podem fomentar o reconhecimento de alunes LGBTI+? Articulações entre reconhecer, ler e escrever o mundo com matemática. Revista Temporis[ação], 2022. (Aceito para publicação)

GUSE, H. B.; SOUZA, E. P.; ESQUINCALHA, A. C. Microinclusões de pessoas LGBTI+ em um contexto da Educação Matemática. In: CONGRESSO IBEROAMERICANO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 9, 2022, São Paulo. Anais... São Paulo: PUC-SP/FISEM, 2022.

ESQUINCALHA, A. C.; RAMOS, B. D. L. P.; SOUZA, E. P.; GUSE, H. B.; LUNA, J. M. O. A quem o MatematiQueer incomoda tanto? 2022. (Live no YouTube)

ESQUINCALHA, A. C. Diferença, Inclusão e Educação Matemática. 2022. (Palestra Plenária na X Bienal da Sociedade Brasileira de Matemática).

GUSE, H. B.; ESQUINCALHA, A. C. “É bixa, mas é inteligente”: atravessamentos da matemática na trajetória escolar de professores(as) LGBTI+ de matemática. In: ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 14, 2022, Evento virtual. Anais... Brasília: SBEM, 2022.

ESQUINCALHA, A. C. Estudos de Gênero em Educação Matemática: tensionamentos e possibilidades. Brasília: Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM), 2022.

GUSE, H. B. ; ESQUINCALHA, A. C. A matemática como um instrumento de poder e proteção: vivências escolares de professores LGBTI+ de matemática. PERSPECTIVAS DA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2022. 

GUSE, H. B. Pesquisas com pessoas LGBTI+ no campo da Educação Matemática: indagando processos de (cis-hetero)normatização da área. 2022. 135f. Dissertação (Mestrado em Ensino de Matemática), Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2022. Vídeo da apresentação da dissertação.

DURVAL, A. L. A.; ESQUINCALHA, A. C. Relações de gênero em livros didáticos de matemática: um estudo a partir de dissertações e teses brasileiras. Com a Palavra, o Professor, 2022. 

MENDES, L. C. A pesquisa em Educação Matemática alinhada com a Justiça Social: aproximações com a Educação em Direitos Humanos. 2022. 66f. Dissertação (Mestrado em Ensino de Matemática), Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2022. Vídeo da apresentação da dissertação.

GUSE, H. B.; ESQUINCALHA, A. C.; MOURA, J. F. Que relações podem ser estabelecidas entre matemática e pessoas LGBTI+? Narrativas de um professor desviante das cis-heteronormas que ensina matemática. In: SILVA, Sirlene Mota Pinheiro da (org.). Gêneros e Sexualidades: tensões e desafios na Educação. [livro eletrônico], Edufma, 2021.

WAISE, T. S.; ESQUINCALHA, A. C. Reconhecimento de pessoas LGBT+: reflexões a partir da leitura e escrita do mundo pela matemática. In: SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 8, 2021, Uberlândia. Anais... Brasília: SBEM, 2021.

WAISE, T. S. Cenários de Reconhecimento em Contextos de Minorias Sexuais e de Identidades de Gênero na Aula e na Formação Inicial de Docentes de Matemática. 2021. 145f. Dissertação (Mestrado em Ensino de Matemática), Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2021. Vídeo da apresentação da dissertação.

MENDES, L. C.; ESQUINCALHA, A. C. Os propósitos da Educação Matemática podem se alinhar à Educação em Direitos Humanos? Boletim GEPEM, v. 78, 2021.

ESQUINCALHA, A. C. Sexualidade, Gênero e Ensino de Matemática. 2020. (Live no YouTube)

MENDES, L. C.; REIS, W. S.; ESQUINCALHA, A. C. Gêneros, Sexualidades e Educação Matemática: quem se incomoda com a alteridade? 2021. (Live no YouTube)

NETO, V. F.; ESQUINCALHA, A. C.; LUNA, A. V. Quem faz matemática? Indo além dos discursos hegemônicos. 2021. (Live no YouTube)

GUSE, H. B.; DETONI, H. R.; WAISE, T. S. Articulações entre Teoria Queer e Educação Matemática. 2021. (Live no YouTube)

DURVAL, A. L. A.; RAMOS, B. D. L. P.; LUNA, J. M. O.; FERREIRA, K. X. C.; ESQUINCALHA, A. C. Feminilidades e Masculinidades emergentes dos discursos de alunos em aulas de matemática. 2021. (Live no YouTube)

DETONI, H. R. Investigando a compreensão conceitual em física de alunos do ensino médio e o surgimento da “lacuna de gênero”. Revista Brasileira de Ensino de Física, v. 43, 2021.

GUSE, H. B.; WAISE, T. S.; ESQUINCALHA, A. C. O que pensam licenciandos(as) em matemática sobre sua formação para lidar com a diversidade sexual e de gênero em sala de aula?. Revista Baiana de Educação Matemática, v. 1, p.e202012, 2020.

GUSE, H. B.; ESQUINCALHA, A. C. Representações sociais de professores(as) de matemática LGBTQIA+ sobre diversidade sexual e de gênero. In: IX Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2020, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: SBEM-RJ, 2020.

LUNA, J. M. O.; ESQUINCALHA, A. C. Mulheres e suas representações sociais sobre ser estudar e ensinar matemática na escola e na universidade. In: IX Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2020, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: SBEM-RJ, 2020.

MENDES, L. C.; DETONI, H. R.; GUSE, H. B.; WAISE, T. S.; REIS, W. S.; ESQUINCALHA, A. C. Gêneros e Sexualidades e sua emergência nas pesquisas em Educação em Ciências e Matemática. 2020. (Live no YouTube)

MENDES, L. C.; ESQUINCALHA, A. C. Os propósitos da Educação Matemática podem se alinhar à Educação em Direitos Humanos?. BOLETIM GEPEM (ONLINE), v. 78, 2021. 

MENDES, L. C.; ESQUINCALHA, A. C. Educação Matemática em prol dos direitos humanos. In: IX Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2020, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: SBEM-RJ, 2020.

REIS, W. S.; ESQUINCALHA, A. C. Marcos legais para a Educação em Gêneros e Sexualidades no Brasil: interpelando a Educação Matemática. In: Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Tecnológica, Artística e Cultural. Anais...Rio de Janeiro: UFRJ, 2021.

WAISE, T. S.; ESQUINCALHA, A. C. A Teoria do Reconhecimento nas salas de aula de matemática da educação básica e da licenciatura frente a diversidade sexual e de gênero. In: IX Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2020, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: SBEM-RJ, 2020.

Afrociência

Grupo de Pesquisas em Avaliação em Matemática (GPAM)

Grupo de Pesquisa em Tecnologia, Inclusão, Matemática e Educação (TIME)

Laboratório de Educação Matemática no Ensino (LEME)

Laboratório de Práticas Matemáticas do Ensino (LaPraME)

MatematiQueer – Estudos de Gênero e Sexualidades em Educação Matemática

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Afrociência

Interesses de pesquisa do grupo

O acesso restrito nas carreiras da (assim chamada) área de exatas (física, química, engenharias, matemática, etc.) é um assunto problemático, principalmente numa economia cada vez mais globalizada, uma vez que determinados grupos sociais, notadamente jovens negras e negros, permanecem como um capital humano não utilizado para o preenchimento das posições disponíveis aos futuros cientistas, técnicos e engenheiros. Considerando esse cenário, o presente projeto tem como objetivo central a produção de pesquisas que contribuam para o desenvolvimento e para a implementação de práticas escolares visando:

i) à promoção da equidade racial e à valorização da diversidade na escola, contribuindo assim para a melhoria do desempenho dos estudantes como um todo e da juventude negra e indígena em particular em disciplinas ligadas à área de exatas (física, astronomia, engenharias, química e matemática);

ii) ao incentivo e ao fortalecimento do interesse e do acesso da juventude negra e indígena aos cursos universitários da área de exatas;

iii) à incorporação de questões referentes a identidade racial e de gênero na abordagem de disciplinas da área de exatas na educação básica e na formação de professoras e de professores nessas áreas;

iv) à incorporação de representações e de artefatos culturalmente e socialmente referenciados em culturas de matriz africana e indígena na abordagem de disciplinas da área de exatas na educação básica e na formação de professoras e de professores nessas áreas; v) ao incentivo a práticas interdisciplinares na abordagem de disciplinas da área de exatas; e

vi) à aplicação da Lei 10.639 no âmbito das disciplinas da área de exatas. O projeto é sustentado teoricamente em um referencial fundamentado na construção de identidades racializadas por meio da disponibilidade de recursos ideacionais, materiais e relacionais em distintos ambientes educacionais; bem como em perspectivas decoloniais, etnomatemáticas e etnocientíficas

Produção acadêmica do quadriênio 2017-2020

Produção bibliográfica (teses, dissertações, livros, capítulos de livros, artigos em periódicos, artigos em anais de eventos; eventos (de interesse ou organizados pelo grupo).

Teses

Rodrigo Fernandes Morais. Identidades Racializadas e a atitude de negras(os) frente à Física. 2019. Tese (Doutorado em Doutorado em Matemática) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Orientador: Antônio Carlos Fontes dos Santos.

Artigos

Morais, Rodrigo Fernandes ; Santos, Antonio Carlos Fontes Dos . A importância de um currículo com elementos afrocentrados para a constituição de uma visão epistemológica menos eurocentrada. Revista Exitus, v. 9, p. 66, 2019.

Silva, D. A. F. ; Morais, R. F. ; Morcelle, V. ; Ossofo, A. A. ; Oliveira, T. G. ; Santos, A.C.F. . Identidades De Gênero E De Raça Nas Trajetórias Acadêmicas Em Ciências Exatas. Perspectivas Da Educação Matemática, V. 11, p. 582-604, 2018.

Santos, Antonio Carlos Fontes. You Don’t Look Like a Physicist. PHYSICS TEACHER v. 55, p. 524-527, 2017.

MORAIS, R. F. ; Santos, A.C.F. . Lewis Howard Latimer e sua história aprisionada. A Física na Escola (Online), v. 15, p. 29, 2017.

Anais de Eventos

Thais Guimarães de Oliveira, Antonio Carlos Fontes dos Santos,A Matemática na capoeira: uma abordagem contextualizada, I Encontro Nacional de Educação Matemática e Inclusiva - Rio de Janeiro 2019

Rodrigo de Salles Macena da Cruz,Antônio Carlos Fontes dos Santos, Competência Percebida por alunos de Matemática da UFRJ, I Encontro Nacional de Educação Matemática e Inclusiva - Rio de Janeiro 2019

Juliana Severino Mendonça Coutinho, Antonio Carlos Fontes dos Santos,Trajetória escolar e profissional de uma docente negra em um Instituto de Matemática de uma Universidade Federal: experiências e superação de obstáculos. I Encontro Nacional de Educação Matemática e Inclusiva - Rio de Janeiro 2019

 

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Grupo de Pesquisas em Avaliação em Matemática (GPAM)

Apresentação

O objetivo principal deste grupo é estudar, investigar e problematizar os processos avaliativos escolares, suas conexões com o ensino e a aprendizagem de Matemática, tanto no ambiente da sala de aula, quanto no caso das avaliações em larga escala.

Para ver o GPAM no Diretório de Grupos do CNPq, clique AQUI.

Linhas de Pesquisa

Linha 1: Cotidiano da sala de aula e Avaliação em Matemática

Construção de projetos de pesquisa que busquem conexões entre o processo de escolha, elaboração, aplicação e correção dos instrumentos avaliativos e as concepções de Matemática e do ensino de Matemática de professores e estudantes. Esta linha de pesquisa inclui estudos de análise das discrepâncias que ocorrem na multicorreção de tarefas em sala de aula e investigações sobre avaliações formativas e somativas, incluindo a importância do feedback da avaliação formativa como fator de apendizagem. Além disso, são estudados mecanismos de divulgação dos resultados das avaliações, de modo a contribuir na correção de rumos no de processo ensino e aprendizagem.

Linha 2: Avaliação em larga escala e seus desdobramentos para a sala de aula de Matemática

Nesta linha de pesquisa propomos o debate e estudo das políticas públicas que norteiam as avaliações de larga escala, sua interpretação, divulgação e suas possíveis contribuições para a aprendizagem escolar de Matemática. Também estão no escopo desta linha os processos de elaboração de itens de múltipla escolha de boa qualidade e codificação das respostas dos itens de resposta construída em avaliações de larga escala.

Linha 3: Avaliação e Tecnologia

Esta linha de pesquisa propõe o estudo da ressignificação da avalição como decorrência dos avanços do uso da tecnologia no processo ensino-aprendizagem de Matemática, em todos os níveis de escolaridade. Em tempos de pandemia, em que o ensino remoto foi adotado sem preparação, é preciso buscar estratégias adequadas de avaliação.

Linha 4: Argumentação e Provas no Ensino de Matemática

Os estudos nesta linha de pesquisa visam a investigar o impacto da adoção de atividades de argumentação e provas na formação de licenciandos, na prática de professores de Matemática, e o consequente resultado no desempenho de estudantes da Educação Básica em atividades que requerem raciocínio lógico e justificativas.

Equipe

Pesquisadores

Lilian Nasser (IM/UFRJ)

Carlos Augusto Aguilar Júnior (COLUNI/UFF)

André Pereira da Costa (UFOB)

Estudantes de Pós-graduação

Perla Christina N. da Silva (SME-Rio)

Rafael Filipe Novôa Vaz (IFRJ - Paracambi)

Daniel de Oliveira Lima (Escola SESC de Ensino Médio)

João Carlos Caldato Correia (IFRJ - Nilópolis)

Paula Monteiro Baptista (Fórum Cultural CELART)

Adriana Lima (SEEDUC e SME-Rio)

Danúbia Baltazar da Cruz (SME - Rio)

Bruno Damien C. P. Jurgensen (Organização Einstein de Ensino)

Felipe Olavo Silva (SEEDUC e SME - Rio)

Produção no quadriênio 2017-2020

Artigos publicados 

NASSER, L.; LIMA, D. O.; VAZ. R.F.N.; SILVA, F. M. Insubordinate Practices in Mathematics Evaluation. Revista internacional de pesquisa em educação matemática (RIPEM), v. 9, nº3, p. 114-128, 2019.

NASSER, L.; CORREIA, J. C. C. Investigação sobre o desenvolvimento do processo dedutivo nos cursos de Licenciatura em Matemática. Revista de Ensino de Ciências e Matemática (REnCiMa), v. 10, p. 80-96, 2019.

VAZ. R.F.N.; NASSER, L. Em busca de uma avaliação mais 'justa'. Com a Palavra o Professor, v. 4, n.10, p. 290-310, 2019.

LIMA, D.; SILVA, D. M. V.; FREIRE, M. Análise de percepções de estudantes de licenciatura em matemática frente a respostas a uma tarefa sobre o conceito de Equação Modular. Com a palavra, o professor. v.5, n.11, p.87-103, 2020.

AGUILAR JÚNIOR, C. A. Como os professores avaliam as argumentações e provas matemáticas de alunos da escola básica? Boletim GEPEM (online), n. 74, p. 88-109, 2019. 

JÜRGENSEN, B. D. C. P.; SORDI, M. R. L.As avaliações externas e a educação matemática crítica: conexões e impasses. Revista Paranaense de Educação Matemática, v. 6, n.12, p. 203-220, 2017.

JÜRGENSEN, B. D. C. P.Cenários Para Investigação como Ferramenta de Avaliação: uma discussão. Educação Matemática em Revista, v. 22, n. 56, p. 21-38, 2017.

Capítulos de livros 

AGUILAR JÚNIOR, C. A.; ORTIGÃO, M. I. R. Análise de risco de Reprovação com base nos dados do Saeb 2015 – Algumas evidências. In ORTIGÃO, M. I. R.;SANTOS, J. R. V. (Org.). Avaliação e Educação Matemática: pesquisas e delineamentos. 1 ed. Brasília - DF: Sociedade Brasileira de Educação Matemática, 2020, p. 210-231.

VAZ, R. F. N.; NASSER, L. Multicorreção de provas de matemática: discrepâncias entre corretores. In ORTIGÃO, M. I. R.; SANTOS, J. R. V. (Org.).Avaliação e Educação Matemática: pesquisas e delineamentos. 1 ed. Brasília - DF: Sociedade Brasileira de Educação Matemática, 2020, p. 157-172.

JÜRGENSEN, B. D. C. P.; SORDI, M. R. L. Percepções de professores de matemática sobre qualidade da educação e da educação matemática. In: ORTIGÃO, M. I. R.; SANTOS, J. R. V. (Org.). Avaliação e Educação Matemática: pesquisas e delineamentos. 1 ed. Brasília - DF: Sociedade Brasileira de Educação Matemática, 2020, p. 29-45.

VAZ, R. F. N.; NASSER, L. Um estudo sobre multicorreção com licenciandos em matemática. In: GONÇALVES, F. A. M. F. (Org.). Educação Matemática e suas Tecnologias 3. 1ªed.Ponta Grossa, PR: Atena Editora, 2019, v. 3, p. 179-188.

LIMA, D. O. Avaliação em Matemática - Um olhar progressista e democrático In: VASCONCELOS, M. G.; CAGNIN, S. (Org.) Aprendizagem do aluno: um enfoque psicopedagógico contemporâneo.1 ed.Rio de Janeiro: Letra Capital, 2019, p. 50-71.

BIANCHINI, B.; NASSER, L.; ONUCHIC, L.; IGLIORI, S. Mathematics Education at University Level: an overview from GT04 productions. In: RIBEIRO, A; HEALY, L; BORBA, R.; FERNANDES, S. (Org.). Mathematics Education in Brazil: Panorama of Current Research. 1 ed. Heidelberg - Germany: Springer, 2018, p. 85-101.

Trabalhos apresentados em encontros e congressos 

VAZ, R. F. N.; LIMA, D. O.; AGUILAR JÚNIOR, C. A.; BAPTISTA, P. M. Investigando práticas inovadoras de avaliação da aprendizagem em Matemática. In: VI SEMINÁRIO NACIONAL DE GESTÃO E AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO, 2020, Juiz de Fora (MG). Cadernos de resumos...Juiz De Fora: CAED - Faculdade De Educação UFJF, 2020. v. 1. p. 16-16.

BAPTISTA, P. M; VAZ, R. F. N., NASSER, L. A ressignificação da avaliação em relação ao uso de tecnologia digital. Matemática In: VI SEMINÁRIO NACIONAL DE GESTÃO E AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO, 2020, Juiz de Fora (MG). Cadernos de resumos... Juiz De Fora: CAED - Faculdade De Educação UFJF, 2020. v. 1, p. 7-7

AGUILAR JÚNIOR, C. A.; ORTIGAO, M. I. R.Políticas de Avaliação e reprovação escolar na rede pública de Niterói/RJ. In: VI SEMINÁRIO NACIONAL DE GESTÃO E AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO, 2020, Juiz de Fora (MG). Cadernos de resumos... Juiz De Fora: CAED - Faculdade De Educação UFJF, 2020. v. 1.p. 86-86.

VAZ. R.F.N.; NASSER, L. Um estudo de multicorreção com professores de matemática. In: XV CONFERÊNCIA INTERAMERICANA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2019, Medelin - Colômbia. Anais... Medelin: ICME, 2019. p. 1-8.

AGUILAR JÚNIOR, C. A. Avaliação das e para as aprendizagens: em busca da avaliação formativa alternativa em matemática In: XIII ENCONTRO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2019, Cuiabá-MT. Anais...  Cuiabá : SBEM-MT, 2019. v.1. p. 1-22

VAZ. R.F.N.; NASSER, L.; CASTRO, W. F. Os vieses na correção de provas de matemática: uma questão de subjetividade. In: XIII ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2019, Cuiabá-MT. Anais... Cuiabá: SBEM- MT, 2019. p. 1-9.

SILVA, P. C. N.; FRANQUEIRA, A. B. R.; NASSER, L. Ensino de geometria: uma experiência além do material didático. In: XIII ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2019, Cuiabá-MT. Anais... Cuiabá: SBEM-MT, 2019. p. 1-10.

CORREIA, J. C. C.; NASSER, L.Argumentação e provas em geometria: uma investigação com licenciandos ingressantes. In: XIII ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2019, Cuiabá-MT. Anais... Cuiabá: SBEM-MT, 2019. p. 1-15.

LIMA, D. O. Avaliação em fases em uma perspectiva personalizada - In: XIII ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2019, Cuiabá-MT. Anais... Cuiabá: SBEM-MT, 2019.p. 1-16

NASSER, L.; VAZ. R.F.N. Um estudo sobre a confiabilidade da avaliação em matemática. In: XV ENCONTRO PARANAENSE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2019, Londrina-PR. Anais...Londrina: SBEM-PR, 2019. p. 1-13.

NASSER, L.; CORREIA, J. C. C.  O desenvolvimento do processo dedutivo nos cursos de licenciatura em matemática. In: VII Seminário Internacional de Pesquisa em Educação Matemática, 2018, Foz do Iguaçu - PR. Anais... - GT04. Curitiba: SBEM-Paraná, 2018. p. 1-12.

VAZ. R.F.N.; NASSER, L.AVALIAÇÃO EM MATEMÁTICA: UM ESTUDO SOBRE MULTICORREÇÃO. In: VII Seminário Internacional de Pesquisa em Educação Matemática, 2018, Foz do Iguaçu - PR. Anais...GT08. Foz do Iguaçu: SBEM-Paraná, 2018. p. 1-12.

VAZ. R. F. N; NASSER, L. UM ESTUDO SOBRE O EFEITO HALO NA CORREÇÃO DE PROVAS. In: VII Encontro Estadual de Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2018, Rio de Janeiro. Anais...Rio de Janeiro: SBEM-RJ, 2018. p. 1-12.

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Grupo de Pesquisa em Tecnologia, Inclusão, Matemática e Educação (TIME)

Apresentação

O Grupo de Pesquisa TIME – Tecnologia, Inclusão, Matemática e Educação – realiza investigações no campo da Educação Matemática a partir de três linhas de pesquisa:

  • Educação Matemática Inclusiva;
  • Educação Online, Tecnologias Digitais e Metodologias Ativas;
  • Linguagem, Tecnologia e Corporeidade. 

Trabalhos de Conclusão

Teses de doutorado

Gisela Maria da Fonseca Pinto, 2018. O Intérprete Educacional de Libras em Aulas de Matemática. Orientação: Claudia Coelho de Segadas Vianna.

Daniela Mendes Vieira da Silva, 2019. Professores de Matemática em uma Comunidade Virtual de Prática: uma análise sobre a emergência de elementos de sua identidade profissional no ciberespaço. Orientação: Agnaldo da Conceição Esquincalha, Victor Augusto Giraldo.

Ledo Vaccaro Machado, 2020. A ação de ledores diante de questões de matemática em avaliações públicas. Orientação: Claudia Coelho de Segadas Vianna.

Fabiana Chagas de Andrade, 2020. O Pré-Cálculo na Formação Inicial do Professor de Matemática: múltiplos olhares. Orientação: Agnaldo da Conceição Esquincalha, Ana Teresa de Carvalho Correa de Oliveira. 

Karla Silene Oliveira Marinho Sathler, 2021. Processo de inclusão de estudantes com deficiência visual em aulas de física em uma escola regular: um estudo à luz das representações sociais. Orientação: Agnaldo da Conceição Esquincalha.

Fábio Garcia Bernardo, 2021. As Experiências e Práticas Curriculares Inclusivas no Ensino de Matemática para Alunos com Deficiência Visual em uma Escola. Orientação: Claudia Coelho de Segadas Vianna.

Dissertações de Mestrado

Gisela Maria da Fonseca Pinto, 2008. Compreensão gráfica da derivada de uma função real em curso de Cálculo semipresencial. Orientação: Claudia Coelho de Segadas Vianna.

Heitor Barbosa Lima de Oliveira, 2010. Introdução ao conceito de função para deficientes visuais com o auxílio do computador. Orientação: Claudia Coelho de Segadas Vianna.

Andréa Paura Aieta de Paula Pinto, 2015. O uso de planilhas eletrônicas no ensino de matemática: contribuições para a formação docente. Orientação: Marco Aurélio Palumbo Cabral, Claudia Coelho de Segadas Vianna.

Mauricio Alfredo Ayala de Carvalho, 2016. Um estudo do processo de argumentação por alunos cegos. Orientação: Claudia Coelho de Segadas Vianna.

Rodrigo Cardoso dos Santos, 2017. O processo de adaptação de tabelas e gráficos estatísticos em livros didáticos de matemática em Braille. Orientação: Claudia Coelho de Segadas Vianna. 

Joseli Alves da Silva, 2018. As percepções e reflexões do professor que ensina matemática sobre a inclusão do aluno surdo na rede regular de ensino. Orientação: Claudia Coelho de Segadas Vianna.

Thays Rayana Santos de Carvalho, 2019. O Laboratório de Ensino de Matemática e o uso de recursos didáticos: concepções de licenciandos. Orientação: Agnaldo da Conceição Esquincalha, Ana Teresa de Carvalho Correa de Oliveira.

Vinicius da Cunha Luz, 2019. (Re)Construção do conceito de função por meio de noções essenciais exploras com tecnologias digitais. Orientação: Agnaldo da Conceição Esquincalha.

Ana Gabriela Cardoso do Nascimento, 2020. Cartografia de práticas de professores que ensinam matemática para autistas. Orientação: Agnaldo da Conceição Esquincalha, Gisela Maria da Fonseca Pinto. 

Renata Gilaberte Campos dos Santos, 2021. Narrativas sobre o percurso formativo de autistas licenciandos em matemática. Orientação: Agnaldo Esquincalha e Fernanda Malinosky.

Produção Científica

 Conheça nossas produções AQUI.

Artigos em periódicos

YAHATA, E. A.; PINTO, G. M. F. Ensino de Matemática, Surdez, Bilinguismo e Inclusão. BOLETIM GEPEM (ONLINE), v.1, p. 51-62, 2020.

GUIMARÃES, A B.; PINTO, G. M. F. O Processo De Construção De Um Material Educacional Na Perspectiva Da Educação Matemática Inclusiva Para Um Aluno Autista. Revista baiana de educação matemática, v. 01, p. 01-25, 2020.

MACHADO, L. V.; SEGADAS, C. Imagens, Adaptações e Inclusão. Revista Paranaense de Educação Matemática, v. 8, p. 13-31, 2020.

BERNARDO, F. G.; SEGADAS, C.; BARBOSA, P. M. O Ensino e a Aprendizagem de Matemática para Alunos com Deficiência Visual: as contribuições de uma escola especializada. BOLETIM GEPEM (ONLINE), v. 72, p. 32-50, 2020.

BORGES, P. P.; SEGADAS, C. A inclusão de estudantes com deficiência visual no Ensino Superior em cursos de exatas: um relato de caso. ENSINO DA MATEMÁTICA EM DEBATE, v. 7, p. 376-402, 2020.LACERDA, G. K. S.;

CARVALHO, T. R. S.; ESQUINCALHA, A. C.; LUZ, V. C. A compreensão do Teorema Fundamental do Cálculo em uma atividade exploratória com o uso do GeoGebra. REVISTA DO INSTITUTO GEOGEBRA INTERNACIONAL DE SÃO PAULO, v. 9, p. 35-51, 2020.

ANDRADE, F. C.; ESQUINCALHA, A. C.; OLIVEIRA, A. T. C. C. Un estado del conocimiento de las investigaciones sobre pre-cálculo en Brasil. UNIÓN (SAN CRISTOBAL DE LA LAGUNA), v. 16, p. 48-63, 2020. 

MORAES NETO, C. R.; CASTRO, M. R.; SOARES, R. A. M.; BOLITE FRANT, J. Educação em região de fronteira amazônica: representações sociais do trabalho docente na diversidade cultural. Educação e Cultura Contemporânea, v. 17, p. 1-324, 2020.

ANDRADE, F. C.; OLIVEIRA, A. T. C. C.; ESQUINCALHA, A. C. O que dizem os Professores das Licenciaturas em Matemática sobre suas Práticas e Percepções em Pré-Cálculo?. Educação Matemática Pesquisa, v. 22, p. 573-603, 2020.

NASCIMENTO, A. G. C.; LUNA, J. M. O.; ESQUINCALHA, A.; SANTOS, R. G. C. Educação Matemática para estudantes autistas: conteúdos e recursos mais explorados na literatura de pesquisa. BOLETIM GEPEM (ONLINE), v. 76, p. 63-78, 2020.

ALMEIDA, M. V.; ESQUINCALHA, A. C.; ABAR, C. A. A. P. DESIGN DE ATIVIDADES PARA INTRODUÇÃO AO CONCEITO DE LIMITE NO MODELO DE SALA DE AULA INVERTIDA. Revista Paranaense de Educação Matemática, v. 9, p. 285-307, 2020.

ANDRADE, F. C.; ESQUINCALHA, A. C.; OLIVEIRA, A. T. C. C. PERCEPÇÃO DE ESTUDANTES ACERCA DE PRÉ-CÁLCULO NA LICENCIATURA EM MATEMÁTICA. Revista Paranaense de Educação Matemática, v. 9, p. 172-197, 2020.

ANDRADE, F. C.; OLIVEIRA, A. T. C. C.; ESQUINCALHA, A. C. Um Estado da Arte das pesquisas brasileiras sobre Pré-Cálculo. BOLETIM ONLINE DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, v. 8, p. 91-111, 2020.

SANTOS, R. C.; SEGADAS, C. Observação da revisão de gráficos e tabelas de estatística adaptados em livros didáticos de Matemática em braille produzidos pelo Instituto Benjamin Constant. BENJAMIN CONSTANT (ONLINE), v. 1, p. 29-54, 2017.

PAURA, A.; CABRAL, M. A. P.; SEGADAS, C. Reflexões sobre o uso de planilhas eletrônicas no ensino de matemática. Revista de Educação Matemática e Tecnológica Iberoamearicana, v. 7, p. 1-20, 2016.

SEGADAS, C.; BERNARDO, F. G.; PEREIRA, F. C.; MOREIRA, J. C. S.; SANTOS, R. C.; GARCEZ, W. R. A Influência dos Enunciados e dos Materiais no Ensino da Análise Combinatória para Alunos Surdos e para Alunos com Deficiência Visual. Revista Paranaense de Educação Matemática, v. 5, p. 12-32, 2016.

CARVALHO, M. A. A.; SEGADAS, C. Argumentação e prova em matemática: análise de um estudo realizado com alunos cegos. BENJAMIN CONSTANT (ONLINE), v. 1, p. 59-79, 2016.

SILVA, D. M. V.; ESQUINCALHA, A. C.; GIRALDO, V. A. Estado do Conhecimento sobre Comunidades Virtuais de Prática em Dissertações e Teses Brasileiras. EAD EM FOCO, v. 9, p. 1-20, 2019.

ANDRADE, F. C.; ESQUINCALHA, A. C.; OLIVEIRA, A. T. C. C. O Pré-Cálculo nas Licenciaturas em Matemática das instituições públicas do Rio de Janeiro: o prescrito. VIDYA (SANTA MARIA. ONLINE), v. 39, p. 131-151, 2019.

PINTO, G. M. F.; ESQUINCALHA, A. C. Narrativas sobre a formação inicial de um professor de matemática surdo. EDUCAÇÃO MATEMÁTICA EM REVISTA (SÃO PAULO), v. 24, p. 64-80, 2019.

ESQUINCALHA, A. C.; BAIRRAL, M. A. Refletindo sobre Análise Real com professores da educação básica em um curso a distância. REVISTA DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIAS E MATEMÁTICA, v. 9, p. 213-222, 2019.

SILVA, J. A. ; SEGADAS, C. . ALUNO SURDO INCLUÍDO NA SALA DE AULA REGULAR: QUE PERCEPÇÕES E REFLEXÕES APONTAM OS PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA?. Educação Matemática em Revista, v. 65, p. 81-96, 2019.

NOGUEIRA, C. M. I.; ROSA, F. M. C.; ESQUINCALHA, A. C.; BORGES, F. A; VIANNA, C. C. S. Um panorama das pesquisas brasileiras em Educação Matemática Inclusiva: a constituição e atuação do GT13. EDUCAÇÃO MATEMÁTICA EM REVISTA (SÃO PAULO), v. 24, p. 4-15, 2019.

AZEVEDO, T. G.; ESQUINCALHA, A. C.; LOZANO, A. R. G. GeoGebra Book, Smartphones e Ladrilhamentos no Plano. REVISTA DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIAS E MATEMÁTICA, v. 8, p. 185-194, 2018.

ESQUINCALHA, A. C.; PINTO, G. M. F. Mapeamento das Dissertações sobre Diversidade, Diferença e Inclusão Produzidas no Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional. PERSPECTIVAS DA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, v. 11, p. 667-684, 2018.

ESQUINCALHA, A. C. Exemplos de recursos tecnológicos para o ensino de matemática a alunos com necessidades educacionais especiais. REVISTA EDUCAÇÃO PÚBLICA (RIO DE JANEIRO), v. 17, p. 1, 2017.

TELLES, W. R.; ESQUINCALHA, A. C. O tutor a distância e sua formação para o trabalho em ambientes virtuais de aprendizagem. REVISTA BRASILEIRA DE APRENDIZAGEM ABERTA E A DISTÂNCIA, v. 16, p. 11-21, 2017.

ABAR, C. A. A. P.; ESQUINCALHA, A. C. O uso de tecnologias na formação matemática de professores dos anos iniciais. REVISTA DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIAS E MATEMÁTICA, v. 7, p. 16-28, 2017.

SANTOS, R. C.; SEGADAS, C. Observação da revisão de gráficos e tabelas de estatística adaptados em livros didáticos de Matemática em braille produzidos pelo Instituto Benjamin Constant. BENJAMIN CONSTANT (ONLINE), v. 1, p. 29-54, 2017.

PINTO, G. M. F.; SILVA, J. A. As ações do professor de Matemática e do intérprete educacional de Libras junto ao aluno surdo. REVISTA EDUCAÇÃO PÚBLICA (RIO DE JANEIRO), v. 17, p. 1, 2017.

PAURA, A.; CABRAL, M. A. P.; SEGADAS, C. Reflexões sobre o uso de planilhas eletrônicas no ensino de matemática. Revista de Educação Matemática e Tecnológica Iberoamearicana, v. 7, p. 1-20, 2016.

SEGADAS, C.; BERNARDO, F. G.; PEREIRA, F. C.; MOREIRA, J. C. S.; SANTOS, R. C.; GARCEZ, W. R. A Influência dos Enunciados e dos Materiais no Ensino da Análise Combinatória para Alunos Surdos e para Alunos com Deficiência Visual. Revista Paranaense de Educação Matemática, v. 5, p. 12-32, 2016.

CARVALHO, M. A. A.; SEGADAS, C. Argumentação e prova em matemática: análise de um estudo realizado com alunos cegos. BENJAMIN CONSTANT (ONLINE), v. 1, p. 59-79, 2016.

ESQUINCALHA, A. C.; ABAR, C. A. A. P. Componentes Afetivo-atitudinais na Prática de Tutores em um Curso a Distância para Professores de Matemática. EAD em Foco, v. 6, p. 54-68, 2016.

ESQUINCALHA, A. C.; ABAR, C. A. A. P. Knowledge revealed by tutors in discussion forums with maths teachers. Teaching Mathematics and its Applications, p. hrw002, 2016.

BAIRRAL, M. A.; ESQUINCALHA, A. C.; PINTO, G. M. F.; XAVIER, G. P. O. Realizando grupos focais como estratégia de reflexão no desenvolvimento profissional de professores de Matemática na EJA. Boletim GEPEM (Online), p. 36-51, 2016.

PINTO, G. M. F.; ESQUINCALHA, A. C. Concepções de licenciandos em Matemática sobre demonstração em Geometria. Unión (San Cristobal de La Laguna), v. 2016, p. 90-106, 2016.

ARROIO, R.; PEREIRA, A. L. M.; PINTO, G. M. F.; ESQUINCALHA, A. C. Ensino de Matemática para o aluno surdo: revendo concepções e construindo paradigmas. Revista Paranaense de Educação Matemática, v. 5, p. 248-269, 2016.

ESQUINCALHA, A. C.; PINTO, G. M. F. FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO FINANCEIRA DE JOVENS E ADULTOS. Boletim GEPEM (Online), p. 66-78, 2015.

ESQUINCALHA, A. C.; PINTO, G. M. F.; BAIRRAL, M. A.; XAVIER, G. P. O. Desenvolvimento e avaliação de material didático de matemática: uma análise focada na reflexão dos professores. Revista de Educação, Ciências e Matemática, v. 5, p. 125-136, 2015.

BAIRRAL, M. A.; XAVIER, G. P. O.; ESQUINCALHA, A. C.; PINTO, G. M. F. Uma análise de interações em um fórum de discussão com professores de matemática da EJA. ScientiaTec: Revista de Educação, Ciência e Tecnologia do IFRS-Câmpus Porto Alegre, v. 2, p. 133-144, 2015.

PINTO, G. M. F.; ESQUINCALHA, A. C. Appropriation of technological resources through geogebra as a support in the construction of mathematical knowledge and basic education. Journal of the Brazilian Conference of Geogebra, v. 1, p. 13-21, 2013.

ESQUINCALHA, A. C. Uma reflexão inicial sobre a mediação pedagógica em um curso online para professores de Matemática. Revista Educação Pública (Rio de Janeiro), v. 23, p. 1-10, 2012.

ESQUINCALHA, A. C. Inclusão de novas tecnologias educacionais na escola pública como agentes potencializadores do aprendizado de Matemática. Cadernos de Educação (Duque de Caxias), v. 9, p. 165-185, 2012.

Livros

SEGADAS, C.; BERNARDO, F. G.; MOREIRA, J. C. S.; BARBOSA, P. M.; SANTOS, R. C.; GARCEZ, W. R. Atividades de contagem com adaptações para alunos surdos e alunos com deficiência visual. 1. ed. Rio de Janeiro: IM/UFRJ, 2018. v. 1. 86p.

SEGADAS, C.; ROCHA, D. F.; OLIVEIRA, H. B. L.; BARBOSA, P. M. Atividades Matemáticas para Deficientes Visuais. 1.ed. Rio de Janeiro: IM/UFRJ, 2010. v. 1. 68p.

Capítulos de livros

SEGADAS, C.; PINTO, G. M. F. Teaching Mathematics in an Inclusive Context: A Challenge for the Educational Interpreter in Libras. In: David Kollosche; Renato Marcone; Michel Knigge; Miriam Godoy Penteado; Ole Skovsmose. (Org.). Inclusive Mathematics Education. 1ed.Cham: Springer, 2019, v. 1, p. 219-236.

SEGADAS, C.; ROCHA, D. F.; OLIVEIRA, H. B. L.; BARBOSA, P. M. O ensino da Matemática para deficientes visuais com a utilização de recursos didáticos. In: Claudia Lucia Lessa Pascoal. (Org.). Conversando com o autor - 2014. 1ed.Rio de Janeiro: Instituto Benjamin Constant, 2019, v. 1, p. 60-76.

Trabalhos em anais de eventos

CARVALHO, T. R. S. ; ESQUINCALHA, AGNALDO DA CONCEIÇÃO . Impactos de um curso de extensão sobre o ensino de matemática em ambientes virtuais nas práticas de professores durante e pós-pandemia. In: IX Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2020, Rio de Janeiro. Anais do IX Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2020.

MARQUES, P. P. M. R. ; ESQUINCALHA, AGNALDO DA CONCEIÇÃO . Desafios de se ensinar matemática remotamente: os impactos da Pandemia COVID-19 na rotina de professores. In: IX Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2020, Rio de Janeiro. Anais do IX Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2020.

ALMEIDA, M. V. ; ESQUINCALHA, A. C. . Introdução ao conceito de limite: uma proposta baseada em pressupostos da aprendizagem invertida. In: IX Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2020, Rio de Janeiro. Anais do IX Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2020. 

JESUS, T. B. ; ESQUINCALHA, A. C. . Reflexões teóricas a partir de experiências vivenciadas por professores de matemática junto a estudantes surdos. In: IX Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2020, Rio de Janeiro. Anais do IX Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2020.

SANTOS, R. G. C. ; ESQUINCALHA, A. C. ; ROSA, F. M. C. . Uma análise de convergência das narrativas de alunos autistas sobre a escola e a licenciatura em matemática. In: IX Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2020, Rio de Janeiro. Anais do IX Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2020.

JESUS, T. B. ; ESQUINCALHA, A. C. . Educação de surdos no contexto da educação matemática: reflexões teóricas a partir de experiências vivenciadas por professores de matemática. In: II Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2020, Vitória da Conquista. Anais do II Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2020.

SANTOS, R. G. C. ; ESQUINCALHA, A. C. ; ROSA, F. M. C. . Narrativas de alunos autistas: percursos da Educação Básica à licenciatura em matemática. In: II Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2020, Vitória da Conquista. Anais do II Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2020.

LIMA, A ; Bolite Frant, J. . LITERACIA FINANCEIRA NO PISA: UMA ESTRATÉGIA NEOLIBERAL EM LARGA ESCALA. In: SPEM Seminário de Pesquisa em Educação Matemática RJ, 2020, online. Anais do IX SPEM RJ, 2020. v. 1. 

SILVA, M. ; SEGADAS, C. . O uso de recursos de tecnologia assistiva para a compreensão de gráficos de funções reais na disciplina de Cálculo de uma Variável I para alunos com deficiência visual no ensino superior. In: II Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2020. Anais do II O uso de recursos de tecnologia assistiva para a compreensão de gráficos de funções reais na disciplina de Cálculo de uma Variável I para alunos com
deficiência visual no ensino superior, 2020. p. 1-15.

SILVA, V. B. ; SEGADAS, C. ; PINTO, G. . Inclusão de um aluno surdo na Licenciatura em Matemática: um estudo sobre as relações entre aluno surdo, professor e facilitador de aprendizagem. In: II Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2020. Anais do II Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2020. p. 1-11.

SOUZA, C. L. ; SEGADAS, C. . A formação do professor de matemática inclusivo. In: II Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2020. Anais do II Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva. p. 1-11. 

SILVA, J. A. ; SEGADAS, C. . O ser surdo no Ensino Superior: que desafios marcam sua trajetória nas disciplinas de ciências exatas. In: II Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2020. Anais do II Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2020. p. 1-11.

NASCIMENTO, E C S ; PINTO, A. M. P. ; PINTO, G. M. F. . Em Busca de uma Matemática para Todos:ações para promover a equidade e justiça social. In: XIII ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2019, CUIABÁ. Anais do XIII ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA. CUIABÁ: SBEM REGIONAL MT, 2019. v. 1. p. 1-8.

SOARES, P. E. R. ; BRASIL, L. S. ; PINTO, G. M. F. . Anais do XIII ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA. In: XIII ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2019, CUIABÁ. ANAIS DO XIII ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA. CUIABÁ: SBEM MT, 2019. v. 1. p. 1-8.

BERNARDO, F. G. ; SEGADAS, C. . A trajetória de escolarização de um aluno com deficiência visual em uma escola pública na cidade do Rio de Janeiro,. In: I Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2019, Rio de Janeiro. Anais do I Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2019. p. 1-12. 

MACHADO, L. V. ; SEGADAS, C. . O Ato de Ler e o Ledor. In: I Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2019, Rio de Janeiro. Anais do I Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2019. p. 1-12.

SANTOS, R. C. ; SEGADAS, C. ; SANTOS, A. C. F. . A adaptação de tabelas e gráficos estatísticos em obras didáticas de Matemática em braille. In: I Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2019, Rio de Janeiro. Anais do I Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2019. p. 1-13.

SEGADAS, C.; GODOI, E. O. S. ; GOMES, M. P. ; PAULA, V. B. . TRABALHANDO O CONCEITO DE ÁREA COM ALUNOS SURDOS E ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL POR MEIO DE MATERIAL ACESSÍVEL. In: XIII Encontro Nacional de Educação Matemática, 2019, Cuiabá. Anais do XIII Encontro Nacional de Educação Matemática, 2019. p. 1-10.

SILVA, J. A. ; SEGADAS, C. . ALUNO SURDO INCLUÍDO: O QUE PENSAM OS PROFESSORES SOBRE O SEU DESEMPENHO MATEMÁTICO E COMO AVALIÁ-LOS. In: XIII Encontro Nacional de Educação Matemática, 2019, Cuiabá. Anais do XIII Encontro Nacional de Educação Matemática, 2019. p. 1-9.

SILVA, M. ; SEGADAS, C. . O uso de tecnologias assistivas no ensino de matemática para alunos com deficiência visual no ensino superior,. In: I Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2019, Rio de Janeiro. Anais do I Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2019. p. 1-11.

NASCIMENTO, A. G. C. ; LUNA, J. M. O. ; ESQUINCALHA, A. C. . Relatos de professores que ensinam matemática para alunos autistas. In: XIII Encontro Nacional de Educação Matemática, 2019, Cuiabá. Anais do XIII Encontro Nacional de Educação Matemática, 2019.

ANDRADE, F. C. ; ALMEIDA, M. V. ; ESQUINCALHA, A. C. . Percepção de estudantes sobre uma abordagem para o ensino de Estatística no contexto do Ensino Híbrido. In: XIII Encontro Nacional de Educação Matemática, 2019, Cuiabá. Anais do XIII Encontro Nacional de Educação Matemática, 2019.

BARBOSA, A. M. ; ESQUINCALHA, A. C. ; ANDRE, F. Q. . Tecnologia Assistiva e Educação Matemática Inclusiva: um breve panorama de pesquisas publicadas no Brasil. In: XIII Encontro Nacional de Educação Matemática, 2019, Cuiabá. Anais do XIII Encontro Nacional de Educação Matemática, 2019.

CARVALHO, T. R. S. ; SILVA, F. C. ; ESQUINCALHA, A. C. . Educação Matemática a Distância: mapeamento das publicações em eventos nacionais da SBEM. In: XIII Encontro Nacional de Educação Matemática, 2019, Cuiabá. Anais do XIII Encontro Nacional de Educação Matemática, 2019.

SCARPELLI, R. T. ; ESQUINCALHA, A. C. . O Estágio Supervisionado e a Prática de Ensino na Licenciatura em Matemática da UNIRIO como fontes de pesquisa para uma Educação Matemática Inclusiva. In: I Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2019, Rio de Janeiro. Anais do I Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva. Rio de Janeiro: SBEM-RJ, 2019.

SATHLER, K. S. O. M. ; ESQUINCALHA, A. C. . Representações Sociais acerca do processo de inclusão de alunos com deficiência visual construídas por professores de Física, alunos deficientes visuais e alunos videntes da escola regular. In: I Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2019, Rio de Janeiro. Anais do I Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva. Rio de Janeiro: SBEM-RJ, 2019.

LUNA, J. M. O. ; ESQUINCALHA, A. C. . Tecnologia assistiva para o ensino do campo multiplicativo para autistas. In: I Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2019, Rio de Janeiro. Anais do I Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva. Rio de Janeiro: SBEM-RJ, 2019. 

NASCIMENTO, A. G. C. ; ESQUINCALHA, A. C. . Práticas de professores que ensinam matemática para alunos autistas: panorama dos artigos científicos brasileiros. In: I Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2019, Rio de Janeiro. Anais do I Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva. Rio de Janeiro: SBEM-RJ, 2019.

SANTOS, R. G. C. ; ESQUINCALHA, A. C. ; ROSA, F. M. C. . Narrativas sobre o processo formativo de licenciandos em matemática autistas na modalidade a distância. In: I Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2019, Rio de Janeiro. Anais do I Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva. Rio de Janeiro: SBEM-RJ, 2019.

NOGUEIRA, C. M. I. ; VIANNA, C. C. S. ; ESQUINCALHA, A. C. ; ROSA, F. M. C. ; BORGES, F. A. . Um evento histórico: o que foi e como aconteceu o I Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva - ENEMI. In: I Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva, 2019, Rio de Janeiro. Anais do I Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva. Rio de Janeiro: SBEM-RJ, 2019.

ESQUINCALHA, A. C.. Discussões e práticas de formação de professores de Matemática com e para o uso de tecnologias digitais. In: III Fórum de Educação Matemática, Tecnologias Informáticas e Educação a Distância, 2018, Vitória. Anais do III Fórum de Educação Matemática, Tecnologias Informáticas e Educação a Distância. Vitória: SBEM ES, 2018. p. 1-8.

CARVALHO, T. R. S. ; ESQUINCALHA, A. C. ; OLIVEIRA, A. T. C. C. . O laboratório de ensino de matemática no curso de licenciatura: contribuições a partir de uma investigação bibliográfica. In: VII Encontro de Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2018, Rio de Janeiro. Anais do VII Encontro de Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: SBEM-RJ, 2018.

LUZ, V. C. ; ESQUINCALHA, A. C. . Noções essenciais ao conceito de função exploradas com o GeoGebra. In: VII Encontro de Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2018, Rio de Janeiro. Anais do VII Encontro de Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: SBEM-RJ, 2018.

MOREIRA, J. C. S. ; BORGES, P. P. ; SEGADAS, C. . RECURSOS E METODOLOGIAS NO ENSINO DE COMBINATÓRIA PARA ALUNOS SURDOS. In: VII Encontro Estadual de Educação Matemática, 2018, Rio de Janeiro. Anais do VII EEMAT, 2018. p. 1-12.PINTO, G. ; SEGADAS, C. . INTERPRETAÇÃO EM LIBRAS NA AULA DE MATEMÁTICA: UM DESAFIO PARA O I NTÉRPRETE E DUCACIONAL DE LIBRAS. In: VII Simpósio Internacional de Educação Matemática, 2018, Foz do Iguaçú. Anais do VII SIPEM, 2018. p. 1-13.

SEGADAS, C.; OGLIARI, E. ; RANGEL, L. G. ; NASSER, L. ; TINOCO, L. . O PROJETO FUNDÃO-MATEMÁTICA - 33 ANOS INTEGRANDO UNIVERSIDADE COM ESCOLA BÁSICA. In: UFRJ FAZ 100 ANOS: história, desenvolvimento e democracia, 2018, Rio de Janeiro. Anais do Seminário UFRJ FAZ 100 ANOS: história, desenvolvimento e democracia. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2017. v. 2. p. 153-161.

ESQUINCALHA, A. C.; BAIRRAL, M. A. Análise Real e sala de aula? um curso online para professores de Matemática. In: VIII Congreso Iberoamericano de Educación Matemática, 2017, Madrid. Actas del VIII CIBEM, 2017.

PINTO, G. M. F. ; ESQUINCALHA, A. C. . Ruídos na comunicação matemática para o aluno surdo incluído na sala de aula regular. In: VIII Congreso Iberoamericano de Educación Matemática, 2017, Madrid. Actas del VIII CIBEM, 2017.

Organização de eventos

IV Fórum Nacional de Educação Matemática, Tecnologias Digitais e Educação a Distância. UFRJ, 2021.
VII Fórum Nacional de Formação Inicial de Professores que Ensinam Matemática. UFRJ, 2021.
V Fórum Estadual de Formação Inicial de Professores que Ensinam Matemática. SBEM-RJ, 2021.
VIII Encontro de Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro. IFRJ/UFF Volta Redonda, 2021.
I Encontro Fluminense de Inclusão e Tecnologias em Educação Matemática. UNIRIO, 2016.
II Encontro Fluminense de Inclusão e Tecnologias em Educação Matemática. UFRJ, 2019.
I Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva. UNESA, 2019.
II Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva. UESB/UESC, 2020.
VIII Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro. SBEM-RJ, 2020.
VII Encontro de Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro. UERJ, 2018.
IV Fórum das Licenciaturas em Matemática do Estado do Rio de Janeiro. FFP-UERJ, 2017.
V Seminário da Licenciatura em Matemática. UERJ, 2017.
IX Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro. CAp-UFRJ/SBEM-RJ, 2016.
I Encontro Regional de Tecnologia em Educação Matemática. Fundação Cecierj, 2011.
II Encontro Regional de Tecnologia em Educação Matemática. Fundação Cecierj, 2012.
III Encontro Regional de Tecnologia em Educação Matemática. Fundação Cecierj, 2012.
VI Encontro Regional de Tecnologia em Educação Matemática. Fundação Cecierj, 2013.
V Encontro Regional de Tecnologia em Educação Matemática. Fundação Cecierj, 2014.
VI Encontro Regional de Tecnologia em Educação Matemática. Fundação Cecierj, 2015.

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Laboratório de Educação Matemática no Ensino (LEME)

Apresentação

O objeto de pesquisa são as práticas, tecnologias e artefatos que circulam na sala de aula de matemática, bem como o desenvolvimento afetivo/conceitual dos alunos em permanente transformação, com especial interesse em abordagens ocioculturais da psicologia da educação matemática. Referenciais teóricos e metodologias diversos são revisitados, permitindo incorporar novas perspectivas e refletir sobre em que medida tais olhares diferentes contribuem para melhor compreender como nós aprendemos e o que nós aprendemos. Buscamos articular a investigação à discussão sobre o conhecimento que é produzido/reproduzido em diferentes atividades ou práticas em sala de aula, para descrever e analisar o(s) objeto(s) e instrumentos que construímos em nossas aulas de matemática no ensino superior. Em particular, interessa-nos investigar as iniciativas dos departamentos de matemática no país em resposta `as políticas de democratização do ensino superior, tais como o modelo de educação a distância implementado nas universidades brasileiras e os desafios emergentes para a sala de aula de matemática que durante a expansão do sistema universitário.

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Laboratório de Práticas Matemáticas do Ensino (LaPraME)

Apresentação

O Laboratório de Práticas Matemáticas do Ensino – LaPraME se insere no campo da pesquisa em formação e práticas de professores que ensinam matemática. No nome do grupo, o termo “práticas matemáticas do ensino” refere-se à afirmação de uma epistemologia própria do ensino de a temática na escola básica, reconhecido, portanto, como uma atividade profissional com saberes e práticas específicos; enquanto o termo “laboratório” diz respeito à articulação entre a produção de pesquisas e a proposição de ações formativas com professores. As pesquisas desenvolvidas no grupo se estruturam em três eixos:

Expectativas, percursos e perspectivas formativos e profissionais docentes. Este eixo tem como foco a investigação sobre percepções e vivências de professores que ensinam matemática, com respeito às próprias formações e atuações profissionais, especialmente em dois momentos cruciais de seus percursos formativos e profissionais: o primeiro ano do curso de graduação, e os primeiros anos da atuação profissional.

Práticas docentes compartilhadas. Este eixo enfoca situações em que aulas são ministradas coletivamente por mais de professor. Assim, os professores compartilham os espaços e tempos das aulas em si, e não apenas discussões coletivas sobre planejamento e práticas, como tem sido amplamente explorado pela literatura recente em Educação Matemática. Tais situações podem tensionar aspectos usuais de identidades profissionais, especialmente relacionados a vulnerabilidade e sentido de agência; além de provocar deslocamentos na topologia usual de sala de aula, problematizando dinâmicas e negociações de saber e de autoridade.

Matemática problematizada e decolonialidade. A partir de abordagens decoloniais, este eixo visa investigar traços e efeitos de colonialidade do poder, do saber e do ser que atravessam e conformam contextos educacionais matemáticos, manifestando-se em referências sociais, epistemológicas e metodológicas. Busca-se, assim, produzir sentidos de educação e de matemática referenciados em culturas e histórias outras, desnaturalizando modelos hegemônicos e deslocando da invisibilidade sabedorias e corpos excluídos ou historicamente subalternizado, especialmente povos autóctones e afro-diaspóricos.

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Trabalhos de Conclusão

Teses de Doutorado

Leticia Guimarães Rangel, 2015. Matemática Elementar e Saber Pedagógico de Conteúdo: Estabelecendo Relações em um estudo Colaborativo. Orientação: Victor Giraldo, Nelson Maculan.

Diego Matos Pinto, 2019. Experiências com Matemática(s) na Escola e na Formação Inicial de Professores: Desvelando Tensões em Relações de Colonialidade. Orientação: Victor Giraldo, Wellerson Quintaneiro.

Daniela Mendes Vieira da Silva. Professores de Matemática em uma Comunidade Virtual de Prática: Uma Análise sobre a Emergência de Elementos de sua Identidade Profissional no Ciberespaço. Orientação: Agnaldo Esquincalha, Victor Giraldo.

Cleber Dias da Costa Neto, 2019. O Currículo do Curso de Formação Inicial de Professores de Matemática da UFRJ: Narrativas Possíveis. Orientação: Victor Giraldo.

Lucas Medeiros e Melo, 2020. Expectativas, Interações e a (Re)Construção da Identidade Profissional Docente em um Contexto de Docência Compartilhada em Matemática. Orientação: Victor Giraldo, Rodrigo Rosistolato.

Bruna Moustapha-Corrêa, 2020. Rumo a uma Postura Problematizadora na Formação de Professores de Matemática: Articulando Práticas Históricas e Práticas de Sala de Aula. Orientação: Victor Giraldo, Aline Bernardes.

Dissertação de Mestrado

Cleber Dias da Costa Neto, 2013. A Comunicação Matemática em Fóruns de Discussão no Moodle: a Experiência no CAp-UFRJ. Orientação: Victor Giraldo.

Lucas Medeiros e Melo, 2014. Matemática Científica e Escolar: Saberes, Crenças e Concepções de Professores na Construção Coletiva de um Livro Didático. Orientação: Victor Giraldo, Rodrigo Rosistolato.

Carolina Moura Brasil Carneiro da Silva, 2016. Além da Zona de Conforto: Problematizando o Conhecimento Matemático para o Ensino. Orientação: Victor Giraldo.

Diego Matos Pinto, 2016. A Cultura Matemática Mobilizada por Licenciandos no Contexto de uma Disciplina de Análise Real. Orientação: Victor Giraldo, Wellerson Quintaneiro.

Fábio Menezes da Silva, 2017. Análise de uma Comunidade de Prática de Professorxs que Ensinam Matemática: Aspectos do Desenvolvimento Profissional Docente. Orientação: Wellerson Quintaneiro, Victor Giraldo.

Vinicius do Nascimento Silva Mano, 2018. Práticas Docentes Compartilhadas: Saberes Profissionais em Construção, em um Ambiente de Articulação entre Escola e Universidade. Orientação: Wellerson Quintaneiro, Victor Giraldo.

Mário Keniichi Gushima Moura, 2019. Percepções de Licenciandos em Matemática sobre os Saberes Docentes: em Direção a uma Formação Profissional. Orientação: Victor Giraldo.

Jefferson Araújo dos Santos, 2019. Identidade Profissional de Docentes que Ensinam Matemática em Cursos de Licenciatura em Matemática. Orientação: Wellerson Quintaneiro, Victor Giraldo.

Shila Antuanett Neciosup Salas, 2019. Permanência na Educação Superior Pública: Um Olhar dos Alunos dos Cursos de Licenciatura em Matemática de duas Universidades. Orientação: Luciane Velasque, Victor Giraldo.

Gabriel de Souza Basson, 2020. Reflexões sobre o Sequestro da Escola Pública, Educação Matemática e Poder. Orientação: Victor Giraldo.

Produção Científica

Artigos em periódicos

COSTA-NETO, C.D.; GIRALDO, V. Diálogos sobre o currículo da formação inicial de professores de matemática: narrativas discentes. Ensino em Re-Vista, v. 27, p. 1029-1054, 2020.

GIRALDO, V.; FERNANDES, F.S. Caravelas à vista: Giros decoloniais e caminhos de resistência na formação de professoras e professores que ensinam matemática. Perspectivas da Educação Matemática, v. 12, p. 467-501, 2019.

MATOS, D.; QUINTANEIRO, W. Lugares de Resistência na Formação Inicial de Professores: Por Matemática(s) Decoloniais. Perspectivas da Educação Matemática, v. 12, p. 559-582, 2019.

COSTA-NETO, C.D.; GIRALDO, V. Do 3+1 à prática como componente curricular uma narrativa possível sobre o currículo da formação inicial de professores de matemática na UFRJ. Revista Paranaense de Educação Matemática, v. 8, p. 369-394, 2019.

SÁ, L.C.E.; JORDANE, A.; GIRALDO, V. Educação matemática e formação humana no e para o mundo do trabalho: experiências em cursos técnicos e na formação de professores. Educação Matemática em Revista-RS, v. 2, p. 8-14, 2019.

MENDES, D.; ESQUINCALHA, A. C.; GIRALDO, V. Estado do Conhecimento sobre Comunidades Virtuais de Prática em Dissertações e Teses Brasileiras. EAD em Foco, v. 9, 2019.

CONCEICÃO, R.D.; SÁ, L.C.; CHIABAI, I.; GIRALDO, V. Tratamento da Informação no nono ano do Ensino Fundamental: uma experiência a partir da tabela nutricional do biscoito cream cracker. REVEMAT, v. 14, p. 1-17, 2019.

SILVA, D.J.; GIRALDO, V. Uma abordagem histórica e tecnológica para o ensino da constante de Euler. Revista Paranaense de Educação Matemática, v. 8, p. 206-230, 2019.

GIRALDO, V. Formação de professores de matemática: para uma abordagem problematizada. Ciência & Cultura, v. 70, p. 37-42, 2018.

COSTA-NETO, C.D.; BARBOSA, G.S.; GIRALDO, V. Formação inicial de professores de matemática: crenças sobre ensino e empoderamento junto à população LGBTQI. Perspectivas da Educação Matemática, v. 11, p. 605-627, 2018.

MATOS, D.; GIRALDO, V.; QUINTANEIRO, W. A cultura matemática mobilizada por licenciandos no contexto de uma disciplina de análise real. Boletim GEPEM, v. 70, p. 26-42, 2017.

QUINTANEIRO, W.; GIRALDO, V.; FRANT, J.B. Reflexões metodológicas em pesquisas envolvendo tarefas para o desenvolvimento profissional docente. Perspectivas da Educação Matemática. v. 10, p. 713-729, 2017.

GIRALDO, V.; MENEZES, F.; MATOS, D.; MELO, L.; MANO, V.; QUINTANEIRO, W.; RANGEL, L.G.; DIAS, U.; COSTA-NETO, C.D.; MOUSTAPHA-CORRÊA, B.; ARAÚJO, J.; CAVALCANTE, A. Shared teaching practices: integrating experiential knowledge into pre-service mathematics teachers. Revista Internacional de Pesquisa em Educação Matemática (RIPEM), v. 7, p. 4-23, 2017.

GIRALDO, V.; MENEZES, F.; QUINTANEIRO, W.; BRASIL, C.; PINTO, D.; MOUSTAPHA-CORRÊA, B.; DIAS, U.; COSTA-NETO, C.D.; RANGEL, L.G.; MOURA, M.K. Práticas docentes compartilhadas: Reconhecendo o espaço da escola na licenciatura em matemática. Educação Matemática em Revista, v. 49A, 2016.

RANGEL, L.G.; GIRALDO, V.; MACULAN FILHO, N. Conhecimento de matemática para o ensino: um estudo colaborativo sobre números racionais. Jornal Internacional de Estudos em Educação Matemática, v. 8, p. 42-70, 2015.

MELO, L.M.; GIRALDO, V.; ROSISTOLATO, R. Matemática científica e escolar: Saberes, crenças e concepções de professores na construção coletiva de um livro didático. Acta Scientiae (ULBRA), v. 17, p. 390-409, 2015.

RANGEL, L.G.; GIRALDO, V.; MACULAN FILHO, N. Matemática elementar e saber pedagógico de conteúdo - estabelecendo relações. Professor de Matemática Online, v. 2, 2014.

Livros

RIPOLL, C.; RANGEL, L.G.; GIRALDO, V. Matemática para o Ensino – Volume I – Números Naturais. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Matemática, 2016.

RIPOLL, C.; RANGEL, L.G.; GIRALDO, V. Matemática para o Ensino – Volume II – Números Inteiros. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Matemática, 2016.

BIZÁ, I.; GIRALDO, V.; HOCHMUTH, R.; KHAKBAZ, A.; RASMUSSEN, C. Research on teaching and learning mathematics at the tertiary level. Springer: New York, 2016.

ROQUE, T.M.; GIRALDO, V. (orgs.). O Saber do Professor de Matemática – Ultrapassando a Dicotomia entre Didática e Conteúdo. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2014.

Capítulos de Livros

ARAÚJO, J.; QUINTANEIRO, W.; GIRALDO, V. Identidade profissional de professores que ensinam disciplinas de matemática em cursos de licenciatura em matemática. In: Paula, E.; Cyrino, M. (eds.); Identidade profissional de professores que ensinam matemática em contextos de formação. São Paulo: Pimenta Cultural, 2020, p. 15-36.

GIRALDO, V.; QUINTANEIRO, W.; MOUSTAPHA-CORRÊA, B.; MATOS, D.; MELO, L.M.; MENEZES, F.; DIAS, U.; COSTA-NETO, C.D.; RANGEL, L.G.; CAVALCANTE, A.; ANDRADE, F.; MANO, V.; CAETANO, M. Laboratório de práticas matemáticas para o ensino. In: Oliveira. A.; Ortigão, M.I.R. (eds.); Abordagens Teóricas e Metodológicas nas Pesquisas em Educação Matemática. Brasília: Sociedade Brasileira de Educação Matemática, 2018, p. 186-209.

GIRALDO, V.; MENEZES, F.; MANO, V.; QUINTANEIRO, W.; RANGEL, L.G.; MELO, L.M.; MATOS, D.; DIAS, U.; MOUSTAPHA-CORRÊA, B.; COSTA-NETO, C.D. Práticas docentes compartilhadas: integrando saberes emergentes da prática na formação inicial de professores de matemática. In: Cyrino, M. (ed.); Temáticas Emergentes de Pesquisas Sobre a Formação de Professores que Ensinam Matemática: Desafios e Perspectivas. Brasília: Sociedade Brasileira de Educação Matemática, 2018, p. 215-239.

GIRALDO, V.; ROQUE, T.M. História e tecnologia na construção de um ambiente problemático para o ensino de matemática. In: Roque, T.M.; Giraldo, V. (eds.); O Saber do Professor de Matemática – Ultrapassando a Dicotomia entre Didática e Conteúdo. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2014.

Trabalhos em anais de eventos

MOUSTAPHA-CORRÊA, B.; BERNARDES, A.C.; GIRALDO, V. Historical tasks to foster problematization. In: Proceedings of the 11th Congress of the European Society for Research in Mathematics Education, 2019, v. 1, p. 2149-2157.

GIRALDO, V. Que matemática para a formação de professores? Por uma matemática problematizada. In: Anais do XIII Encontro Nacional de Educação Matemática, Utrecht, 2019. v. 1, p. 1-12.

COSTA-NETO, C.D.; GIRALDO, V.; NARDI, E. Restoried narratives on the agency and disputes of mathematicians and mathematics educators in the education of mathematics teachers. In: Proceedings of the 11th Congress of the European Society for Research in Mathematics Education, Utrecht, 2019, v. 1, p. 2454-2461.

GIRALDO, V.; MATOS, D.; QUINTANEIRO, W. Formação de professores e cultura matemática: um estudo no contexto de uma disciplina de análise real. In: Anais do VII Seminário Internacional de Pesquisa em Educação Matemática, Foz do Iguaçu, 2018, v. 1, p. 1-12.

COSTA-NETO, C.D.; GIRALDO, V. Mudanças curriculares na formação inicial de professores de matemática na UFRJ nas décadas de 1980 e 1990: uma narrativa possível. In: Anais do VII Seminário Internacional de Pesquisa em Educação Matemática, Foz do Iguaçu, 2018, v. 1, p. 1-12.

MOUSTAPHA-CORRÊA, B.; GIRALDO, V.; BERNARDES, A.C. O método da falsa posição: problematizando situações. In: Anais do VII Encontro Estadual de Educação Matemática do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2018, v. 1, p. 1-14.

GIRALDO, V.; RANGEL, L.G.; MENEZES, F.; QUINTANEIRO, W. (Re)construindo saberes para o ensino a partir da prática: investigação de conceito e outras ideias In: Anais do IV Seminário Nacional de Histórias e Investigações de/em Aulas de Matemática, Campinas, 2017, v. 1, p. 1-18.

MATOS, D.; GIRALDO, V.; QUINTANEIRO, W. A construção de identidade cultural no contexto de uma disciplina de análise real da licenciatura em matemática. In: Anais do VI Seminário Nacional de Histórias e Investigações de/em Aulas de Matemática, Campinas, 2017, v. 1, p. 1-16.

MELO, L.M.; GIRALDO, V.; ROSISTOLATO, R. Práticas docentes compartilhadas: uma nova perspectiva na formação de professores. In: Anais do VI Seminário Nacional de Histórias e Investigações de/em Aulas de Matemática, Campinas, 2017, v. 1, p. 1-16.

MENEZES, F.; GIRALDO, V.; QUINTANEIRO, W. Análise de um “grupo de prática” de professoras que ensinam matemática: identidade e desenvolvimento profissional. In: Anais do VI Seminário Nacional de Histórias e Investigações de/em Aulas de Matemática, Campinas, 2017, v. 1, p. 1-16.

RANGEL, L.G.; GIRALDO, V.; MACULAN FILHO, N. Concept study and teachers’ meta-knowledge: An experience with rational numbers. In: Proceedings of the 40th Conference of the International Group for the Psychology of Mathematics Education, Szeged, 2016, v. 4, p. 115-122.

GIRALDO, V.; MENEZES, F. Práticas docentes compartilhadas. In: Anais do VIII Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2016, v. 1, p. 1-13.

MATOS, D.; GIRALDO, V.; QUINTANEIRO, W. A cultura matemática mobilizada por licenciandos no contexto de uma disciplina de análise real. In: Anais do VIII Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2016, v. 1, p. 1-14.

COSTA-NETO, C.D.; GIRALDO, V. A incorporação de tecnologias digitais em cursos de formação inicial de professores de matemática em universidades brasileiras: uma proposta de análise. In: Atas da I Conferência do Espaço Matemático em Língua Portuguesa, Coimbra, 2015, v. 1.

GIRALDO, V.; MENEZES, F.; QUINTANEIRO, W.; BRASIL, C.; MATOS, D.; MOUSTAPHA-CORRÊA, B.; DIAS, U.; COSTA-NETO, C.D.; RANGEL, L.G.; MOURA, M.K. Práticas docentes compartilhadas: integrando a escola na formação inicial de professores de matemática. In: Atas da I Conferência do Espaço Matemático em Língua Portuguesa, Coimbra, 2015, v. 1.

MOUSTAPHA-CORRÊA, B.; RIBEIRO, A.; GIRALDO, V. Perfil conceitual de simetria e a formação do professor de matemática: apresentando nossa pesquisa. In: Atas da I Conferência do Espaço Matemático em Língua Portuguesa, Coimbra, 2015, v. 1.

COSTA-NETO, C.D.; GIRALDO, V.; RANGEL, L.G. A formação inicial de professores de matemática na UFRJ e a incorporação das tecnologias digitais no sentido do TPACK. In: Anais da XIV Conferência Interamericana de Educação Matemática, Tuxtla Gutiérrez, 2015, v. 1, p. 1-12.

BRASIL, C.; GIRALDO, V. Além da zona de conforto: desafiando e reconstruindo o conhecimento matemático para o ensino por meio de tarefas problematizadoras. In: Anais da XIV Conferência Interamericana de Educação Matemática, Tuxtla Gutiérrez, 2015, v. 1, p. 1-10.

MELO, L.; ROSISTOLATO, R.; GIRALDO, V. Matemática científica e escolar: saberes, crenças e concepções de professores na construção coletiva de um livro didático. In: Anais da XIV Conferência Interamericana de Educação Matemática, Tuxtla Gutiérrez, 2015, v. 1, p. 1-8.

RANGEL, L.G.; GIRALDO, V.; MACULAN FILHO, N. Matemática elementar e conhecimento de matemática para o ensino: um estudo colaborativo sobre números racionais. In: Anais da XIV Conferência Interamericana de Educação Matemática, Tuxtla Gutiérrez, 2015, v. 1, p. 1-10.

GIRALDO, V.; RANGEL, L.G.; QUINTANEIRO, W.; MATOS, D. Matemática elementar e investigação de conceito: estabelecendo relações. In: Anais do IV Seminário Internacional de Pesquisa em Educação Matemática, Pirenópolis, 2015, v. 1

GIRALDO, V.; RANGEL, L.G.; RIPOLL, C.; MATTOS, F.R.P. In-service teachers education and e-textbook development: An integrated approach. In: Proceedings of the International Conference on Mathematics Textbook Research and Development, Southampton, 2014, v. 1, p. 245-250.

MELO, L.; GIRALDO, V.; RANGEL, L.G. Scientific mathematics and school mathematics knowledge, conceptions and beliefs of teachers and mathematicians during the development of an e-textbook. In: Proceedings of the International Conference on Mathematics Textbook Research and Development, Southampton, 2014, v. 1, p. 327-332.

Organização de eventos

II International Conference on Mathematics Textbook Research and Development. UFRJ, 2017.

I Conferência Internacional do Espaço Matemático em Língua Portuguesa. Universidade de Coimbra, 2015.

I Colóquio de Pós-Graduação em Educação e Ensino da UFRJ. UFRJ, 2016.

II Colóquio de Pós-Graduação em Educação e Ensino da UFRJ. UFRJ, 2018.

I Workshop dos Programas de Pós-Graduação em Ensino do Estado do Rio Janeiro. UFRJ, 2016.

II Workshop dos Programas de Pós-Graduação em Ensino do Estado do Rio de Janeiro. UERJ 2017.

III Workshop dos Programas de Pós-Graduação em Ensino do Estado do Rio de Janeiro. ISERJ, 2018.

I Seminário da Licenciatura em Matemática. UFRJ, 2013.

II Seminário da Licenciatura em Matemática. UFRJ, 2014.

III Seminário da Licenciatura em Matemática. UFRJ, 2015.

IV Seminário da Licenciatura em Matemática. UFRJ, 2016.

V Seminário da Licenciatura em Matemática. UERJ, 2017.

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MatematiQueer – Estudos de Gênero e Sexualidades em Educação Matemática

Apresentação

 

As pesquisas e ações extensionistas do grupo MatematiQueer emergem da inquietação com os discursos hegemônicos que colocam as ciências ditas “exatas” num local de neutralidade, no qual as questões históricas, sociais, culturais e políticas não devem se fazer presentes. Tal concepção toma por base uma visão da matemática enquanto um conhecimento fechado em si mesmo e independente de quem o produz. Adiciona-se a isso o fato de que o saber matemático é, por vezes, tido como referência para delinear aquelus que são inteligentes e aquelus que não são. Práticas como essas geram exclusões, tal qual o mito de que meninas não são boas em matemática e, por consequência, não devem seguir carreiras envolvidas com ciências, tecnologias, engenharias e matemática.

Nesse sentido, é comum que marcadores sociais como gênero e sexualidade, quando abordados na escola, estejam restritos a disciplinas como filosofia, sociologia ou biologia, e limitados a uma perspectiva discursiva centrada nos corpos heterossexuais e cisgêneros.

Nosso objetivo é promover reflexões sobre por que discutir gêneros e sexualidades é importante para a área de educação matemática e como professories dessa disciplina podem contribuir com essas discussões sem se limitarem às visões hegemônicas.

É importante, ainda, afirmar que entendemos gênero como um conceito referente à construção sociocultural coletiva dos atributos de masculinidade e feminilidade e nos remetemos a gêneros, no plural, para romper com uma lógica binária que invisibiliza outras identidades e subjetividades. Já por sexualidades, entendemos uma descrição geral para uma série de crenças, comportamentos, relações e identidades socialmente construídas e historicamente modeladas. No que tange à educação, partimos do pressuposto que gêneros e sexualidades são temas transversais a todo o currículo e por isso nenhuma disciplina deve se furtar dessas discussões.

Além disso, cabe destacar que entendemos "queer" na perspectiva do "estranhamento", de modo que o MatematiQueer foca, mas não se limita, a estudos de gêneros e sexualidades, se interessando por quaisquer pesquisas que "estranhem" os campos da matemática e da educação matemática, questionando e rompendo com paradigmas impostos sobre quem pode produzir, ensinar e aprender matemática. 

O MatematiQueer conta, atualmente, com mais de 110 pessoas envolvidas diretamente na promoção de nossas ações extensionistas e de pesquisa. Além de licenciandes em matemática e mestrandes e doutorantes na área de educação em ciências e matemática, temos estudantes de estatística, ciências sociais e psicologia, assim como profissionais da pedagogia e professories de matemática da educação básica e superior. Temos colaboradories em redes públicas e privadas da Educação Básica e Superior nos seguintes estados: BA, CE, ES, MA, MG, MT, PR, RJ, RS, SC, SP.  Além disso, temos parcerias com pesquisadories das instituições: Colégio Pedro II, IFES, IFPR, IFRJ, IFSP, UFMA, UFRGS, UFSC, UNIRIO, USP.  

Nossos projetos de pesquisa e ações extensionistas são fomentados direta ou indiretamente pela CAPES, pelo CNPq, pela FAPERJ, pela UFRJ e pela Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM).

 

Conheça as ações e produções do MatematiQueer em https://linktr.ee/MatematiQueer

Nos acompanhe no YouTube: https://www.youtube.com/matematiqueer e no Instagram: https://www.instagram.com/matematiqueer/

 

O MatematiQueer é um Grupo de Pesquisa cadastrado no DGP/CNPq, e que atualmente conta com três linhas de pesquisa:

 

  • Educação Matemática Crítica, Direitos Humanos e Justiça Social
  • Relações de Gênero e Feminismos em Educação Matemática
  • Minorias Sexuais, Alteridade e Educação Matemática

 

Pessoas e pesquisas

 

Pesquisador líder

Agnaldo da Conceição Esquincalha (UFRJ/PEMAT)

Pesquisadoras/ies/es associadas/es/os

Ana Paula Paula Ximenes Flores (IFSP)

Denner Dias Barros (UNIRIO/PEMAT)

Edmar Reis Thiengo (IFES)

Jónata Ferreira de Moura (UFMA) 

Luiza Gabriela Razêra de Souza (IFPR)

Maurício Rosa (UFRGS)

Renata Arruda Barros (IFRJ)

 

Pesquisas em andamento

Anna Lydia Azevedo Durval (Mestrado - Orientação: Agnaldo Esquincalha)

Tema: Maria vai com quais outras? A construção de subjetividades a partir da figura feminina nos livros didáticos de matemática

Bruna Dayana Lemos Pinto Ramos (Doutorado - Orientação: Jorge Sá e Adriana Ibaldo)

Tema: A construção de identidades e a permanência de mulheres na física

Erikah Pinto Souza (Doutorado - Orientação: Agnaldo Esquincalha)

Tema: Práticas insubordinadas nas aulas de matemática: a questão da transsexualidade e da travestilidade

Lidiane Camini (Mestrado PPGECT/UFSC- Orientação: Regina Grando/Agnaldo Esquincalha)

Tema: Gênero, sexualidade e educação matemática: uma revisão sistemática de publicações brasileiras

Hugo dos Reis Detoni (Doutorado - Orientação: Agnaldo Esquincalha)

Tema: Um estado da arte sobre sobre estudos de gênero e sexualidades no campo do ensino de física

Hygor Batista Guse (Doutorado - Orientação: Agnaldo Esquincalha)

Tema: Uma "neutralidade" que machuca: (R)existências de docentes dissidentes que ensinam matemática

Jéssica Maria Oliveira de Luna (Doutorado - Orientação: Agnaldo Esquincalha)

Tema: Dos apagamentos históricos aos feminismos plurais: narrativas de licenciandas em matemática sobre seu percurso formativo

 

Pesquisas concluídas

Anna Lydia Azevedo Durval (TCC de Graduação - Orientação: Agnaldo Esquincalha)

Tema: O que se ensina sobre o que é ser mulher e seu papel na sociedade em livros didáticos de matemática?

Débora Azevedo de Castro Borba (TCC de Graduação - Orientação: Agnaldo Esquincalha)

Tema: Meninas e Matemática: compreendendo a influência da disciplina na educação básica em crenças e escolhas pessoais

Hygor Batista Guse (Mestrado - Orientação: Agnaldo Esquincalha)

Título: Pesquisas com pessoas LGBT+ no campo da Educação Matemática: Indagando processos de (cis-hetero)normatização da área

Luísa Mendes Cardoso (Mestrado - Orientação: Agnaldo Esquincalha)

Título: A pesquisa em Educação Matemática alinhada com a justiça social: aproximações com a Educação em Direitos Humanos

Tadeu Silveira Waise (Mestrado - Orientação: Agnaldo Esquincalha)

Título: Cenários de reconhecimento em contextos de minorias sexuais e de gênero na aula e na formação inicial de docentes de matemática

Washington Santos dos Reis (Iniciação Científica - Orientação: Agnaldo Esquincalha)

Tema: Marcos legais para a educação em gêneros e sexualidades no Brasil: interpelando a Educação Matemática

 

Projetos em andamento

 

Despertando o interesse de meninas e mulheres para as áreas STEM por meio de uma Educação Matemática Maker

O presente projeto tem algumas frentes de ação para fomentar o interesse de meninas e mulheres para as Ciências Exatas, em particular, Computação, Física e Matemática, por meio da oferta de um curso de "Iniciação ao Cálculo e suas aplicações" acessível para alunas dos últimos anos do Ensino Fundamental, assim como pela oferta de oficinas ao longo de onze meses envolvendo a linguagem de programação visual Scratch, em associação com kits Arduíno, para o trabalho com robótica educacional para a promoção do pensamento computacional sob uma perspectiva de Educação Maker. Para mobilizar essas ações a Matemática assumirá papel de protagonismo, de modo que a Educação Matemática Maker permeará, de alguma maneira, a maior parte das ações em escolas nos municípios fluminenses de Macaé, Niterói, Nova Friburgo, Piraí e Rio de Janeiro. Além disso, serão desenvolvidas palestras, exibição de filmes e rodas de conversa nas instituições de origem da equipe responsável pelo projeto, assim como nas cinco escolas em que está sendo implementado, a fim de promover encontros com mulheres importantes da História das Ciências e da Matemática, de tempos passados, por meio de resgates de suas histórias, e do tempo presente, servindo de inspiração para as meninas participantes das ações do projeto. Por fim, também pretende-se desenvolver ações para promover a reflexão sobre as desigualdades de gênero nos ambientes acadêmicos, assim como para desconstruí-las em prol da equidade e da valorização da mulher.

O projeto, financiado pela FAPERJ, está em desenvolvimento em parceria com as escolas: Escola Municipal de Lajes (Piraí, Sul Fluminense), Escola Municipal Elza Ibraim (Macaé, Norte Fluminense), Escola Municipal Benjamin Constant (Rio de Janeiro, Capital), Colégio Estadual Almirante Tamandaré (Niterói, Região Metropolitana) e Colégio Municipal Vevey de La Jolie (Nova Friburgo, Centro Fluminense). O projeto conta com cinco bolsas de Treinamento e Capacitação Técnica 40h para as professoras participantes do projeto nas escolas parceiras, com três bolsas de iniciação científica para alunas de graduação e com quinze bolsas de jovens talentos para alunas da Educação Básica.

 

MatematiQueer: Gêneros, Sexualidades e Educação Matemática

Projeto de extensão desenvolvido pelo MatematiQueer em parceria com organizações não governamentais, com os seguintes objetivos:

1) Compreender a importância dos Estudos de Gênero em Educação Matemática, sua constituição como campo científico e suas relações com os feminismos, com os estudos queer e com a discussão sobre interseccionalidade;
2) Fomentar práticas pedagógicas antimachistas, antissexistas e antilgbti+fóbicas nas aulas de matemática;
3) Oferecer reforço escolar na área de matemática para mulheres e pessoas LGBTI+ em situação de vulnerabilidade;
4) Realizar rodas de conversa com estudantes e docentes sobre situações de injustiça social e discriminação, focando na educação matemática para os direitos humanos;
5) Oferecer oficinas para docentes que ensinam matemática sobre a necessidade de pensar currículo, identidade e diferença no contexto de uma educação matemática para todas as pessoas, em particular, mulheres e LGBTI+;
6) Realizar minicursos de tópicos de matemática, demandados por participantes do projeto, úteis para leitura crítica de suas diferentes realidades;
7) Promover ações de intervenção social por meio da escrita do mundo com matemáticas;
8) Realizar divulgação científica, palestras e rodas de conversa por meio do Instagram e do canal no YouTube do Grupo de Pesquisa e Extensão MatematiQueer, sobre as temáticas relacionadas ao projeto;
9) Consolidar parceria já existente com a Organização Não-Governamental "Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT" e buscar outras parcerias com instituições envolvidas com as causas relacionadas a mulheres e pessoas LGBTI+.

Este projeto é desenvolvido com licenciandes em matemática da UFRJ e de outras instituições, assim como de professories de matemática voluntáries. O projeto recebe apoio da Pró-Reitoria de Extensão da UFRJ, contando com duas bolsas de extensão.

 

Curso de Extensão: Estudos de Gênero: o que matemática tem a ver com isso?

Trata-se de um Curso de Extensão, coordenado pelo Grupo de Pesquisa "MatematiQueer: Estudos de Gênero e Sexualidades em Educação Matemática", gratuito, com 60h, oferecido em parceria com as instituições IFES, IFRJ, IFSP, UFMA e UNIPAMPA, e fomentado e certificado pela Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM). Período: 07/03/22 - 30/04/22.

Ementa: Gêneros e Sexualidades na Escola. Os Estudos de Gênero e a Educação Matemática. Gênero, Sexualidade e outros marcadores de exclusão social nas aulas de matemática - a importância das interseccionalidades. Feminismos e Educação Matemática. A Travestilidade e a Transexualidade na Escola. Pedagogia Queer e Educação Matemática. Práticas Pedagógicas Antimachistas, Antissexistas e AntiLGBTI+fóbicas nas Aulas de Matemática.

 

Ciclo de Oficinas "Maria vai com quais outras? A construção de subjetividades a partir da figura feminina em livros didáticos de matemática

Parafraseamos a expressão popular "Maria vai com as outras" a fim de problematizar quem são essas "outras" que o livro de matemática apresenta às/aos/a les alunas/alunos/alunes. Mas não só. A proposta inclui um movimento de reflexão e criação de intervenções que rompam a hegemonia dessas representações. Este projeto tem apoio da CAPES e da FAPERJ, com bolsas de pós-graduação e graduação.

A partir da ementa:

· Estudos de Gêneros e Educação Matemática

· Discursos: a (re)produção de subjetividades

· A construção da figura feminina nos livros didáticos de matemática

· Representatividade e Mulheridades

· Insubordinação criativa e Produção de material didático

nos propomos a refletir sobre as seguintes questões:  Que representações femininas são permitidas nos livros didáticos de matemática? Como podemos nos insubordinar criativamente diante do que está posto? Como subverter o reforço dos estereótipos por meio de propostas que tensionem o que é apresentado em livros didáticos de matemática?

 

Produção Científica

 

Veja a linha do tempo de nossas produções clicando AQUI.

GUSE, H. B. ; ESQUINCALHA, A. C. Por uma Educação Matemática Desviante das Cis-heteronormas: o que dizem as pesquisas envolvendo pessoas LGBTI+?. Boletim de Educação Matemática. BOLEMA, 2022. (Aceito para publicação)

WAISE, T. W.; ESQUINCALHA, A. C. As aulas de matemática podem fomentar o reconhecimento de alunes LGBTI+? Articulações entre reconhecer, ler e escrever o mundo com matemática. Revista Temporis[ação], 2022. (Aceito para publicação)

GUSE, H. B.; SOUZA, E. P.; ESQUINCALHA, A. C. Microinclusões de pessoas LGBTI+ em um contexto da Educação Matemática. In: CONGRESSO IBEROAMERICANO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 9, 2022, São Paulo. Anais... São Paulo: PUC-SP/FISEM, 2022.

ESQUINCALHA, A. C.; RAMOS, B. D. L. P.; SOUZA, E. P.; GUSE, H. B.; LUNA, J. M. O. A quem o MatematiQueer incomoda tanto? 2022. (Live no YouTube)

ESQUINCALHA, A. C. Diferença, Inclusão e Educação Matemática. 2022. (Palestra Plenária na X Bienal da Sociedade Brasileira de Matemática).

GUSE, H. B.; ESQUINCALHA, A. C. “É bixa, mas é inteligente”: atravessamentos da matemática na trajetória escolar de professores(as) LGBTI+ de matemática. In: ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 14, 2022, Evento virtual. Anais... Brasília: SBEM, 2022.

ESQUINCALHA, A. C. Estudos de Gênero em Educação Matemática: tensionamentos e possibilidades. Brasília: Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM), 2022.

GUSE, H. B. ; ESQUINCALHA, A. C. A matemática como um instrumento de poder e proteção: vivências escolares de professores LGBTI+ de matemática. PERSPECTIVAS DA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 2022. 

GUSE, H. B. Pesquisas com pessoas LGBTI+ no campo da Educação Matemática: indagando processos de (cis-hetero)normatização da área. 2022. 135f. Dissertação (Mestrado em Ensino de Matemática), Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2022. Vídeo da apresentação da dissertação.

DURVAL, A. L. A.; ESQUINCALHA, A. C. Relações de gênero em livros didáticos de matemática: um estudo a partir de dissertações e teses brasileiras. Com a Palavra, o Professor, 2022. 

MENDES, L. C. A pesquisa em Educação Matemática alinhada com a Justiça Social: aproximações com a Educação em Direitos Humanos. 2022. 66f. Dissertação (Mestrado em Ensino de Matemática), Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2022. Vídeo da apresentação da dissertação.

GUSE, H. B.; ESQUINCALHA, A. C.; MOURA, J. F. Que relações podem ser estabelecidas entre matemática e pessoas LGBTI+? Narrativas de um professor desviante das cis-heteronormas que ensina matemática. In: SILVA, Sirlene Mota Pinheiro da (org.). Gêneros e Sexualidades: tensões e desafios na Educação. [livro eletrônico], Edufma, 2021.

WAISE, T. S.; ESQUINCALHA, A. C. Reconhecimento de pessoas LGBT+: reflexões a partir da leitura e escrita do mundo pela matemática. In: SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 8, 2021, Uberlândia. Anais... Brasília: SBEM, 2021.

WAISE, T. S. Cenários de Reconhecimento em Contextos de Minorias Sexuais e de Identidades de Gênero na Aula e na Formação Inicial de Docentes de Matemática. 2021. 145f. Dissertação (Mestrado em Ensino de Matemática), Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2021. Vídeo da apresentação da dissertação.

MENDES, L. C.; ESQUINCALHA, A. C. Os propósitos da Educação Matemática podem se alinhar à Educação em Direitos Humanos? Boletim GEPEM, v. 78, 2021.

ESQUINCALHA, A. C. Sexualidade, Gênero e Ensino de Matemática. 2020. (Live no YouTube)

MENDES, L. C.; REIS, W. S.; ESQUINCALHA, A. C. Gêneros, Sexualidades e Educação Matemática: quem se incomoda com a alteridade? 2021. (Live no YouTube)

NETO, V. F.; ESQUINCALHA, A. C.; LUNA, A. V. Quem faz matemática? Indo além dos discursos hegemônicos. 2021. (Live no YouTube)

GUSE, H. B.; DETONI, H. R.; WAISE, T. S. Articulações entre Teoria Queer e Educação Matemática. 2021. (Live no YouTube)

DURVAL, A. L. A.; RAMOS, B. D. L. P.; LUNA, J. M. O.; FERREIRA, K. X. C.; ESQUINCALHA, A. C. Feminilidades e Masculinidades emergentes dos discursos de alunos em aulas de matemática. 2021. (Live no YouTube)

DETONI, H. R. Investigando a compreensão conceitual em física de alunos do ensino médio e o surgimento da “lacuna de gênero”. Revista Brasileira de Ensino de Física, v. 43, 2021.

GUSE, H. B.; WAISE, T. S.; ESQUINCALHA, A. C. O que pensam licenciandos(as) em matemática sobre sua formação para lidar com a diversidade sexual e de gênero em sala de aula?. Revista Baiana de Educação Matemática, v. 1, p.e202012, 2020.

GUSE, H. B.; ESQUINCALHA, A. C. Representações sociais de professores(as) de matemática LGBTQIA+ sobre diversidade sexual e de gênero. In: IX Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2020, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: SBEM-RJ, 2020.

LUNA, J. M. O.; ESQUINCALHA, A. C. Mulheres e suas representações sociais sobre ser estudar e ensinar matemática na escola e na universidade. In: IX Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2020, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: SBEM-RJ, 2020.

MENDES, L. C.; DETONI, H. R.; GUSE, H. B.; WAISE, T. S.; REIS, W. S.; ESQUINCALHA, A. C. Gêneros e Sexualidades e sua emergência nas pesquisas em Educação em Ciências e Matemática. 2020. (Live no YouTube)

MENDES, L. C.; ESQUINCALHA, A. C. Os propósitos da Educação Matemática podem se alinhar à Educação em Direitos Humanos?. BOLETIM GEPEM (ONLINE), v. 78, 2021. 

MENDES, L. C.; ESQUINCALHA, A. C. Educação Matemática em prol dos direitos humanos. In: IX Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2020, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: SBEM-RJ, 2020.

REIS, W. S.; ESQUINCALHA, A. C. Marcos legais para a Educação em Gêneros e Sexualidades no Brasil: interpelando a Educação Matemática. In: Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Tecnológica, Artística e Cultural. Anais...Rio de Janeiro: UFRJ, 2021.

WAISE, T. S.; ESQUINCALHA, A. C. A Teoria do Reconhecimento nas salas de aula de matemática da educação básica e da licenciatura frente a diversidade sexual e de gênero. In: IX Seminário de Pesquisa em Educação Matemática do Estado do Rio de Janeiro, 2020, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: SBEM-RJ, 2020.

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